E AÍ, BICHO?
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"A
grandeza de uma nação e o seu progresso moral podem
ser avaliados pelo modo como seus animais são tratados." |

Pitonho
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Este
espaço foi aberto por sugestão da nossa "VelhaAmiga",
Yedda Campos pra você enviar histórias e curiosidades
de seus bichinhos de estimação. Mande também as
fotos! Eles merecem! |
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COMO TIRAR PÊLOS DE GATO DAS ROUPAS Deitar na cama ou no sofá com um gato no colo é um dos maiores prazeres de quem divide a casa com um, dois, três, quatro (no meu caso) bichanos. O grande problema é que gato é uma bola de pêlos ambulante, que por onde passa deixa uma trilha de pêlo dificílima de ser eliminada. Eu já tentei usar fita crepe, rolinhos adesivos, aspirador de pó e tudo o que me indicaram, mas nunca consegui realmente ter sucesso na limpeza. Durante uma conversa com uma grande amiga que tem, nada menos do que 23 gatos, conheci a melhor e mais barata solução para tirar pêlo dos tecidos: luva de borracha. Isso mesmo, aquela simples luva de borracha usada para proteger as mãos enquanto você lava pratos. Basta calçar e ir passando na roupa, no sofá e onde mais você quiser. Os pêlos saem com uma facilidade impressionante! Adorei testar a
novidade e impressionar Maria, que trabalha lá em casa há
anos. Igualmente surpresa e encantada com a “luva-exterminadora-de-pêlos”,
pela primeira vez ela não precisou aspirar o sofá durante
a faxina. Eu? Já garanti dois novos pares e vim correndo contar
a descoberta para vocês! |
CURE O MUNDO! Somos cidadãos preocupados com os efeitos que o comportamento humano está causando ao ambiente em que vivemos, ou até mesmo àqueles em que nem conhecemos ainda. A partir desse sentimento, resolvemos reunir idéias, pensamentos e ações para ajudarmos na batalha de curarmos o mundo em que nós e diversas outras espécies de plantas e animas (de todas as formas e cores) vivem. Por isso queremos dividir tudo isso com nossos visitantes, que de certa forma se tornarão multiplicadores de "boas atitudes". Multiplique nossas ideias, dê suas sugestões, coopere com nosso trabalho, nos ajude a atualizar as informações, já que todos têm direito a ela. Muitos simplesmente sentam e cruzam os braços enquanto nossa Amazônia está sendo devastada e nossos animais do mundo todo estão morrendo e é exatamente por isso que essas coisas estão acontecendo. Acesse: www.cureomundo.org |
GATA SOBREVIVE A 'AVENTURA' NA MÁQUINA DE LAVAR
Quando Lindsay estava colocando as roupas sujas dentro do aparelho, a bichana decidiu entrar na máquina, sem que a dona percebesse. "Quando abri a porta, ela fez miau e colocou a cabeça para fora. Não pude acreditar que ela tivesse sobrevivido", contou Lindsay, moradora de Manly Vale, subúrbio de Sydney (Austrália). Por causa do sabão, Kimba mal conseguia abrir os olhos. Lindsay levou o animal de estimação imediatamente a uma clínica veterinária. A gata já estava sofrendo de hipotermia, se não tivesse sido socorrida prontamente, teria morrido. Duas semanas depois, Kimba já estava curtindo vida normalmente, bem longe da máquina de lavar. A dona Lindsay nunca mais esquecerá a máquina aberta. |
RICHARD RASMUSSEM - PROGRAMA AVENTURA SELVAGEM - SBT
Programa
de adoção Inúmeras Ongs foram criadas para o recolhimento destes “caras”, tentando encontrar um novo lar e novos donos que possam lhe oferecer estrutura, cuidados e amor. A cada semana, um pet é mostrado no programa. Os interessados devem preencher a ficha no site e aguardar a seleção do Centro de Adoção Cobasi. Os candidatos aprovados receberão seu novo companheiro diretamente das mãos de Richard. Fonte: Site: www.sbt.com.br/aventuraselvagem |
ESPETACULAR! Cãozinho esqueitista. Clique e confira! |
| SE
FOR POSSÍVEL, AGRADEÇO DE CORAÇÃO!!!
Lou, gostaria muito de lhe pedir um favor se possível. Nós tínhamos uma gold retriver de 9 meses caramelo, lindíssima! Anucha, era a paixão do Fernando. Só que um maluco de um senhor de 80 anos, passou jogando veneno para vários cachorros, e a nossa Anucha comeu essa bola feita por esse infeliz e não aguentou. Tentamos de tudo, ficou internada mas não aguentou. O Fernando está apaixonado. ´Você acredita que no dia que a Anucha morreu, ele se entregou de uma tal forma que dormiu de segunda à sexta feira, só acordava embaixo do chuveiro e assim que saia do banho voltava a dormir, teve uma diarréia horrível, não comia, não bebia, se entregou literalmente ao ponto de ter que ser internado. No momento, não posso comprar outra, pois a prioridade são os seus remédios que são caríssimos, entrei com um processo, mas até conseguir receber esses remédios, tenho que comprar. E outras despesas, ele não anda mais, tudo depende de colo para a cadeira de rodas, está fazendo fisioterapia, mas isso é só um paliativo, pois a doença já está em todos os órgãos. Hoje ele falou da Anucha chorando. Morro de pena. Gostaria muito de fazer-lhe uma surpresa de conseguir outra Anucha. Temos mais dois cachorros de outras raças, mas a predileta dele era a Anucha que só vivia colada nele. Pensei... pensei...
e resolvi escrever-lhe para saber se você não tem algum
conhecido que crie essa raça e que queira fazer uma doação
de uma filhote para o Fernando. Estou tentando de todas as formas, tenho
certeza que vou conseguir. Não quero outra raça, pois
eu prometi ao Fernando que tentaria conseguir outra Anucha. Se você
conseguir, entre em contato por favor e eu mandarei buscá-la. |
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DUAS GATINHAS!
Papai Ivan e mamãe Lisiane relutaram um pouco mas finalmente Rafaela ganhou a Julieta, que posa com ela nesta foto, cheia de charme! Enviado por: Yedda Campos |
| Notícias
da Famiglia
Acontece que Lolita, a gatinha da Lapa que veio fazer companhia ao Irineu, andava bem deprimida desde que ele morreu, e precisava de alguém para brincar. O resto da Famiglia Gatto, entre 11 e 18 anos, é praticamente uma ala geriátrica, sem paciência para maluquices de filhotes. Decidi, portanto, que adotaria a gatinha para a Lolita. No dia 30 de dezembro, tomei o rumo de Botafogo para trazê-la para casa; mas antes mesmo que nos encontrássemos, um pretinho básico, temporariamente abrigado na mesma casa, se pôs a escalar os meus jeans. Tinha um jeito meigo e trapalhão e, depois daquela demonstração de afeto, eu não podia deixá-lo para trás. De modo que vieram os dois comigo. Os gatinhos - batizados de Matilda e Tiziu, com a ajuda dos leitores do blog – foram bem aceitos pela Famiglia. Lolita passou a dar de mamar para a Matilda, que adotou como filha; por sua vontade, adotava também o Tiziu, mas ele já se considerava gato feito, e certamente achou que mamar prejudicaria seu status junto à comunidade. O mais espantoso é que, em pouco tempo, Lolita passou a ter leite. Eu já ouvi diversas histórias do gênero, mas nunca tinha visto isso acontecer. Matilda e Tiziu acabam de completar seis meses. A essa altura, felinos argutos que são, já sabem tudo sobre mim; e eu, claro, sei duas ou três coisas sobre eles. Matilda, por exemplo, é intrépida e jeitosa. Não tem medo de nada, dá pulos maravilhosos e surpreendentemente altos e, como a Keaton, é uma estudiosa atenta de fenômenos hidrológicos. Onde se abre uma torneira, lá está ela, tentando descobrir de onde vem aquela água - e, sobretudo, para onde vai. Como encontrou uma mãe de verdade na Lolinha, dispensa carinho de bípedes, exceto à noite, quando corre para a cama, se enrosca no travesseiro e exige cafuné, em altos brados. Já o Tiziu, quase um anti-gato em termos de agilidade, erra todos os saltos, é desajeitado, derruba tudo. Está se vendo que foi abandonado antes que a mãe pudesse lhe ensinar o pulo do gato. Sua única e imensa preocupação é... comida. Passa o dia rondando as tijelinhas, vira e mexe está na cozinha e não pode ouvir o barulho de qualquer espécie de embalagem sendo aberta: vá que seja coisa de comer? Prova de tudo, e não se conforma quando descobre que existem coisas de que não gosta. Até suco de maracujá ele bebe. Fazendo careta, mas bebe. Gelatina diet, salada, arroz com feijão - tudo é lucro. Os dois têm ótima índole e são de natureza modesta: preferem simples bolinhas de papel aos brinquedos sofisticados que trago para eles. Matilda tem muito apego, também, a uma pilha descarregada, que caçou no mês passado, quando troquei as do controle remoto. Autora: Cora Rónai |
QUEM GOSTARIA DE ME ADOTAR?
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PARA QUE SERVE O CELULAR Temos diferenças com os costumes de povos orientais, mas, eles sabem usar a cabeça... O vídeo tem 2 anos e continua emocionante!
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DEU BODE: O BODE DEU LEITE
Jataúba é uma cidade pequena, com pouco mais de 16 mil
habitantes. O lugar é desses onde ainda é possível
jogar conversa fora. Nos últimos dias um assunto tem causado
estranheza nos moradores. Fonte:
Globo.com |
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EVA E LUCAS
Ele é o seu companheiro inseparável. Aqui, ele deitadinho ao lado da "mamy", com a patinha dobrada tipo: "adoro esse carinho!" Enviado pela mamãe coruja, Eva. |
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ALGUÉM VIU ESSE FUJÃO?
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JASMINE - EXEMPLO DE AMOR INCONDICIONAL
Num ato de bondade, a polícia levou o cão para um abrigo próximo, o Nuneaton Warwickshire Wildlife Sanctuary, dirigido por um homem chamado Geoff Grewcock. Lugar este conhecido como um paraíso para animais abandonados, órfãos ou com outra qualquer necessidade. Geoff e a equipe do Santuário trabalharam com dois objetivos: restaurar a completa saúde do animal, e ganhar sua confiança. Levou várias semanas, mas finalmente os dois objetivos foram alcançados. Deram a ela o nome de Jasmine, e começaram a pensar em encontrar para ela um lar adotivo Mas Jasmine tinha outras ideias. Ninguém se lembra como começou, mas ela passou a dar as boas vindas a todos os animais que chegavam ao Santuário. Não importava se era um cachorrinho, um filhote de raposa, um coelho ou qualquer outro animal perdido ou ferido. Jasmine se esgueirava para dentro da caixa ou gaiola e os recebia com uma lambida de boas vindas. Geoff conta um dos primeiros incidentes: "Nós tínhamos dois cachorrinhos que foram abandonados numa linha de trem próxima. Um era um mestiço de Lakeland Terrier e o outro um mestiço de Jack Russel e Doberman. Eles eram bem pequenos quando chegaram ao centro e Jasmine aproximou-se e abocanhou um pelo cangote e colocou-o em uma almofada. Aí ela trouxe o outro e aconchegou-se a eles, acarinhando- os". "Mas ela é assim com todos os nossos animais, até com os coelhos. Ela os acalma e desestressa e isto os ajuda, não só a ficarem mais próximos a ela mas também a se adaptarem ao novo ambiente" "Ela fez o mesmo com filhotes de raposa e de texugos: ela lambe os coelhos e os porcos da Guiné e ainda deixa os pássaros empoleirarem- se em seu nariz". Jasmine, a tímida, maltratada, pária abandonada, tornou-se a mãe substituta dos animais do Santuário, um papel para o qual ela nasceu. A lista de jovens animais dos quais ela cuidou inclui cinco filhotes de raposa, quatro filhotes de texugo, quinze galinhas, oito porcos da Guiné, dois cachorrinhos e quinze coelhos. E um cervo montês. O pequeno Bramble, com 11 semanas de idade, foi encontrado semi-consciente em um campo. Na chegada ao Santuário, Jasmine aconchegou-se a ele para mantê-lo aquecido e assumiu inteiramente o papel de mãe substituta. Jasmine cumula Bramble de afeição e não deixa que nada lhe falte. "Eles são inseparáveis", diz Geoff. "Bramble anda entre suas pernas e eles ficam se beijando... Eles passeiam juntos pelo Santuário. É um prazer vê-los". Jasmine continuará cuidando de Bramble até que ele possa voltar a viver na floresta. Q Um verdadeiro exemplo de amor incondicional! Você conhece muitos seres capazes disso??? |
PARA CERTOS PAIS É de lamentar que haja muitos pais que não tenham paciência para os seus próprios filhos... |
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UNS
TÊM ATITUDE, OUTROS APENAS FOTOGRAFAM
As
pessoas precisam amar mais e julgar menos... Todo mundo é igual,
e estamos todos destinados a um mesmo futuro, a morte. Mas apesar desse
destino certo, cabe a cada um a liberdade de escolha, enquanto respira....
Como você decide viver a vida é o que faz diferença
nos momentos em que passar por provações. Vamos amar mais
e julgar menos! |
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DELEGACIA ESPECIALIZADA EM MAUS TRATOS A ANIMAIS - DEMA - Delegacia
de Proteção ao Meio Ambiente Divulguem, repassem para sua lista! Principalmente aos que moram no Rio de Janeiro! Aquelas pessoas que gostam de envenenar cães e gatos e dar chicotada em cavalos vão prestar contas com a justiça! Anotem estes dados e coloquem na carteira... Não custa nada e este ato pode salvar vidas. Autor:
Paulo Roberto F. Paulino |
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NINHO VAZIO? ADOTE UM CÃOZINHO!
A vida vai passando e até que todos se vão para os seus voos eu sempre me senti responsável e atenta, porque tinha-os no meu ninho Há pouco tempo, não muito, todos voaram e formaram os seus próprios ninhos como a sábia natureza conduz. Foi então que eu me senti sem responsabilidade pelas vidas que dependiam de cada gesto meu, das minhas atenções, dos meus cuidados. Não foi solidão o que eu senti, foi o ter com o que me preocupar, zelar, preparar. Quando alguém de vocês ficarem despreocupados dos movimentos da vida não deixem passar o tempo ganhem de presente um animalzinho e estejam certos que ele enche a vida da gente de compromissos e de responsabilidades. Eu nunca pensei que ao ganhar a Juana da minha netinha, eu pudesse me ocupar e me responsabilizar pela vida dela como eu o faço. Tem tarefas como vacinar, levar ao veterinário, educar, brincar, colocar de castigo e a cada instante que ela sente a minha presença rebola tanto que parece querer quebrar (risos). E se aqui estou a escrever, certamente basta baixar o olhar porque ela está tranquila, deitada sobre os meus pés e chega a ressonar. Como é bom ter com quem se preocupar!!! Enviado por: Sueli Macedo Simas |
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DEWEY, UM GATO DE BIBLIOTECA
A rotina da pacata cidade de Spencer, Yowa, Estados Unidos, se transforma após Dewey, um gato, ser encontrado na Biblioteca Pública. A diretora da Biblioteca, que achou o gatinho na caixa de devolução, resolve contar a história e lança o livro, Dewey, Um Gato entre Livros. O livro escrito por Vicki Myron, com colaboração de Bret Witte é a história real de um gato que fez da biblioteca - e da cidade de Spencer- sua casa e de seus habitantes, os melhores amigos. Quando foi encontrado, Dewey, já dava sinais de sua gratidão para com aqueles que o acolheram. Mesmo com as quatro patas feridas - pelo frio, o que lhe causou seqüelas - o gato olhou cada pessoa nos olhos, ronronou e acariciou as mãos. "Era como se ele quisesse agradecer pessoalmente a todos que conhecia por salva-lhe a vida" , diz a autora e diretora da Biblioteca Pública de Spencer, no livro. A cada dia, Dewey foi sendo apresentado aos frequentadores da Biblioteca. Até que uma matéria na primeira página do principal jornal da cidade, de 10 mil habitantes, sob o título: "Perfeito acréscimo ronronante à Biblioteca de Spencer", gerou polêmica entre a população local. Houve quem dissesse que a presença do gato era prejudicial à saúde e outros comemoraram com grande exaltação, como as crianças e os amantes de gato. Mas, com o tempo todos se renderam ao charme e carisma de Dewey. Até o menino alérgico, que preocupava a mãe, voltou e com ela: enquanto ele filmava o gato, a mãe o fotografava. Desfilando entre as prateleiras, Dewey se tornou uma celebridade e conquistou o carinho da população de Spencer. Todos têm certeza de que Dewey ama todos do seu convívio. Senhores só liam jornal quando Dewey estava sentado no colo, crianças só liam livros quando o gato estava próximo delas e, assim, a Biblioteca Pública de Spencer se tornou o ponto de encontro dos moradores. Todos queriam fazer doações para os cuidados com o gato e até o Conselho Municipal se encantou com o charme de Dewey.Segundo a autora Dewey revolucionou a vida de todos os moradores e também o progresso da cidade. " Em 1988, quando o Dewey chegou, era inverno e parecia que a nossa cidade estava triste. Mas, com o passar do tempo percebemos que ela se encheu de alegria e que Dewey inspirou até o progresso da cidade". Enviado por: Normita |
''ORAÇÃO DOS ANIMAIS'' Meu
São Francisco de Assis
Olhai os abandonados
Pelos pobres passarinhos E
as cobaias de laboratório
Pelos que são abatidos
Olhai os que são perseguidos
Pelos animais de circo
Olhai os bois de rodeio
Pelos que têm de lutar
Olhai pelos que são mortos
Meu bondoso protetor
Nota: Compilação do poema magistralmente declamado
pela atriz Beth Goffmann, que traduziu bem minha dor, após ver
minha filhinha (de 4 patas), ser covardemente atropelada por um ''ser
humano''. |
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