METAS PARA O ANO NOVO
Autor: Ary Franco

HÁBITOS
Autor: Rivaldo Cavalcante

SEM MEDO DE SE ARREPENDER
Autora: Sandra Maia

Enviado por: Lenira Carrilho


METAS PARA O ANO NOVO

Que poderemos fazer nesse 2012 que se aproxima?
Governantes com poder nas mãos, mas sem coração
Não hesitarão em dizimar povos, em uma chacina.
Se contrariados, destruirão toda nossa civilização

Crentes fanáticos com convicções diferentes.
Grupos terroristas e territórios invadidos.
Matança indiscriminada dessa pobre gente.
Tudo pela ambição e interesses envolvidos.

Cientistas advertindo sobre o aquecimento global.
Geleiras imensas nos pólos sendo derretidas.
Os interessados em lucros dizem que não faz mal.
Que será das futuras gerações? Estarão perdidas?!

Países do primeiro mundo, desenvolvidos,
Portadores de armas de total destruição,
Não querem ajudar, embora enriquecidos,
Outras nações que padecem de inanição.

Impossível vivermos sós, em uma ilha de felicidade.
Devemos estender as mãos aos nossos semelhantes,
Zelar pelo bem estar de toda a humanidade.
Participar, jamais nos mantermos equidistantes.
Digamos não a tudo isso em nossas preces, unidos!

Espalhemos solidariedade e amor, sem olhar a quem.
Supliquemos que Nosso Deus ajude os oprimidos.
Amemos ao próximo como a nós mesmos, amém!

Autor: Ary Franco


HÁBITOS

Tenho e cultivo muitos hábitos, que considero essenciais para viver, dentro do meu pequeno grande mundo e em sociedade.
E acho que cada pessoa tem também seus hábitos habituais; suas
maneiras de ser e ver as coisas, fazer julgamentos e de orar.

- Tenho o hábito de confiar no meu próximo; como um amigo e não como um inimigo.

- Tenho o hábito de me familiarizar com os meus compartilhantes da Internet, a
ponto de lhes fazer confidências, mandar fotos, traçar roteiros, elogiar e agradecer
os envios de e-mails. Acho que uma amizade sincera, faz a vida ficar mais leve,
mais bem vivida. Alegra nossos corações.

- Tenho o hábito de ajudar. Bateu na minha porta eu abro.

- Tenho o hábito de acordar as duas da madrugada para redigir mensagens.

- Tenho o hábito de enxergar no outro sua cultura, personalidade, bondade e beleza
de conduta, do trabalho que executa e da família que educa.

- Tenho o hábito de ajudar as pessoas que me pedem uma ajudinha.
Porque de vez em quando também necessito de uma ajudinha.

- Tenho o hábito de confiar cegamente nas pessoas do meu relacionamento,
familiar e internético; tratando todos com estima, consideração e respeito.
Acatando ou divergindo dos seus pontos de vistas.
Porém, sem fazer julgamentos contra ninguém.
Ter amigos e amigas leais é um tesouro neste mundo conturbado,
pela desunião, pela inveja, pelas divergências de padrões. Pelos medos e fobias.

- Tenho o hábito de ensinar o que o outro não sabe e dar meu braço como arrimo nas subidas.
E oferecer meu ombro amigo para as pessoas que precisam de um ombro amigo.

- Tenho o hábito de refrear alguns hábitos, para não parecer snob.

- Tenho o hábito de amar meus familiares e considerar irmãos amigos e amigas internautas.

- Tenho o hábito de querer ser o mais inteligente para responder todas as perguntas.
Mas, nem sempre consigo êxito!

- Tenho o hábito de achar que o céu não é um paraíso inconquistável.
Tenho o curioso hábito de ser honesto com todo mundo e comigo mesmo!

- Tenho o habito de rezar por minhas necessidades e dos outros também.

- Tenho o hábito de observar as estrelas para ver se estou mesmo vivo.

- Tenho o hábito de dar água a quem tem sede.

- Tenho o hábito de alimentar meu coração só com coisas boas e agradáveis.
Porque as notícias ruins me embrutecem e as descarto.

- Tenho tantos outros hábitos, que seria enfadonho decliná-los todos.
- Tenho o hábito da ansiedade quando me sinto esquecido pelos amigos e amigas da Net.
Muitas vezes fico fazendo conjecturas vãs, imaginando
que eles não gostam mais de mim. Isto é muito chato.

- Tenho o hábito de acordar louvando a Deus; agradecendo pela noite que
terminou e o dia que começa. Isso me dá uma folga de segurança espiritual.

- Tenho o hábito de gostar de tudo bem limpinho, bem cheirosinho,
bem organizadinho, bem legalzinho.
Adquiri logo cedo o hábito de cultuar a fidelidade conjugal e
amar meus filhos e filhas, acima de tudo;
tendo jurado nunca os abandonar.
Tenho o hábito de me afeiçoar muito aos amigos e amigas da Net.

- Tenho o hábito inabalável de crer nos ensinamentos da Bíblia; de onde vim
e para onde estou indo neste mundo maravilhosamente coreográfico.

- Isto parece até prosaico, mas adquiri o hábito de gostar muito da
forma que sou com erros e acertos, com risos ou lágrimas, sem espaços para desilusões.
Eu me aceito como eu e isso me basta, como bravo guerreiro da vida.

- Mas o meu maior hábito é amar a Deus, sobre todas coisas e ao próximo como a mim mesmo.

- E, cristãmente, segredo-lhe que cultivo o hábito de dizer sempre:
DEUS TE ABENÇOE.

Nesta vida, temos que aprender a criar e usar os hábitos mais necessários.
Porém, existem uns que nem pensar!

- Não sou fumante desde que nasci, nem biriteiro.

- Não gosto de humilhar ninguém, mesmo com ganho de causa.

- Não aprecio fanfarronices ou exibições volumosas e desnecessárias.

- Não me envolvo em brigas de comadres nem de compadres.
Habitualmente não pronuncio palavrões para não enodoar meu coração.
Não tenho hábito de usar bermudas, sapatos tênis, , camisas
regatas, chapéus, bonés, nem de fazer xixi fora do caco.
Não tenho o hábito de criar doenças imaginárias nem paparicar médicos.

(A segunda parte desta crônica eu farei em 2015 - Até lá)
Autor: Rivaldo Cavalcante


SEM MEDO DE SE ARREPENDER

Por vezes, nos arrependemos de algo que fizemos ou dissemos e não nos desculpamos. Não nos retratamos com o outro. Outras vezes, nos dizemos arrependidos, pedimos perdão, dizemos que não vai mais acontecer e, de novo, lá estamos nós com a mesma atitude destrutiva, com o mesmo comportamento.

O outro que havia perdoado fica sem chão. Como se estivesse em uma armadilha de novo, se vê iludido, enganado, ultrajado… Por que então agimos assim? Por que perdoamos a quem não devíamos perdoar, por que não perdoamos a quem deveríamos perdoar? Sim, pois às vezes erramos mesmo por amor.

Arrependemo-nos verdadeiramente e não mais repetimos o que causou toda a situação. O que acontece é que nem todos são assim. E, mesmo, com juras eternas de amor não têm respeito por si ou pelo outro. São egoístas e, sim, são nossos inimigos. Sempre serão. Nesses casos, discurso e atitude são coisas totalmente distintas e diferentes…

Irreparável
Esta semana recebi duas cartas de leitoras, ambas com uma história parecida. Haviam se casado, constituído família, estavam felizes. Até que o outro enlouqueceu e, de repente, estava lá, de forma violenta destruindo tudo que havia construído. Sem falar na perda do respeito pelo outro – o pior –, o dano que causava à autoestima, a relação como um todo eram irreparáveis.

Qualquer tipo de violência não pode ser aceita. Não pode ser esquecida tão facilmente. Deixa marcas. Deixa tudo sem cor, sem vida. Muitas relações com essa dinâmica tem base na codependência. Que pode ser traduzida como uma confusão de pensamentos e sentimentos que nos assola a alma e nos paralisa. Não conseguimos nos desligar do outro que é, ao mesmo tempo, algoz e companheiro.

Não conseguimos porque não sabemos que podemos, porque nos relacionamos dessa forma a vida inteira, sendo menos, achando-nos inferiores, necessitados. E, mais: não saímos porque dependemos emocionalmente desse outro. E, se por acaso, decidirmos abrir mão de tudo sem entender o que causa esse padrão viciado de comportamento, problemas à frente. Logo logo vamos entrar em outra relação com a mesma tônica.

Forças
Um que sofre e outro que nos faz sofrer… Um que é viciado em qualquer coisa e outro que vive em função deste e se anula, se abandona… A questão é sempre a mesma. Não temos forças para olhar para dentro, para encontrar nossa essência, nossos sonhos, nossa fortaleza e então fazemos pelo outro como se isso fosse nos tirar do medo, da dor do desespero de ser quem somos…

Complexo tudo isso? É mesmo complexo e, sempre digo, sair de uma situação de codependência ou de amar demais demanda ajuda externa. É preciso fazer parte de um grupo, de uma terapia, de um algo que ajude a resgatar a auto-estima e a razão de viver.

Algo que nos acorde para a vida, para o que somos, para o que podemos ser. Não dá para sair sozinho, não dá para permanecer e também não dá para ouvir os amigos… Estes não compreendem porque agimos dessa forma. Porque nos submetemos, porque vivemos atordoados com essa síndrome de capacho…

Relacionar-se de forma não saudável é algo que acaba com a vida. Mas é possível encontrar uma saída. Passível de encontrar uma solução que nos ajude a resgatar o sonho, o amor, a oportunidade de ser nesta vida, aqui e agora.

Escolhas, sempre escolhas…

Autora: Sandra Maia
Enviado por: Lenira Carrilho

Webdesigner: Lika Dutra

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