
| METAS
PARA O ANO NOVO HÁBITOS SEM
MEDO DE SE ARREPENDER |
Que
poderemos fazer nesse 2012 que se aproxima? Crentes
fanáticos com convicções diferentes. Cientistas
advertindo sobre o aquecimento global. Países
do primeiro mundo, desenvolvidos, Impossível
vivermos sós, em uma ilha de felicidade. Espalhemos
solidariedade e amor, sem olhar a quem. Autor: Ary Franco |
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Tenho
e cultivo muitos hábitos, que considero essenciais para viver,
dentro do meu pequeno grande mundo e em sociedade. - Tenho o hábito de confiar no meu próximo; como um amigo e não como um inimigo. -
Tenho o hábito de me familiarizar com os meus compartilhantes
da Internet, a - Tenho o hábito de ajudar. Bateu na minha porta eu abro. - Tenho o hábito de acordar as duas da madrugada para redigir mensagens. -
Tenho o hábito de enxergar no outro sua cultura, personalidade,
bondade e beleza -
Tenho o hábito de ajudar as pessoas que me pedem uma ajudinha. -
Tenho o hábito de confiar cegamente nas pessoas do meu relacionamento,
-
Tenho o hábito de ensinar o que o outro não sabe e dar
meu braço como arrimo nas subidas. - Tenho o hábito de amar meus familiares e considerar irmãos amigos e amigas internautas. -
Tenho o hábito de querer ser o mais inteligente para responder
todas as perguntas. -
Tenho o hábito de achar que o céu não é
um paraíso inconquistável. - Tenho o hábito de observar as estrelas para ver se estou mesmo vivo. - Tenho o hábito de dar água a quem tem sede. -
Tenho o hábito de alimentar meu coração só
com coisas boas e agradáveis. -
Tenho o hábito de acordar louvando a Deus; agradecendo pela
noite que -
Isto parece até prosaico, mas adquiri o hábito de gostar
muito da -
E, cristãmente, segredo-lhe que cultivo o hábito de
dizer sempre: - Não sou fumante desde que nasci, nem biriteiro. - Não gosto de humilhar ninguém, mesmo com ganho de causa. - Não aprecio fanfarronices ou exibições volumosas e desnecessárias. -
Não me envolvo em brigas de comadres nem de compadres. |
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Por vezes, nos arrependemos de algo que fizemos ou dissemos e não nos desculpamos. Não nos retratamos com o outro. Outras vezes, nos dizemos arrependidos, pedimos perdão, dizemos que não vai mais acontecer e, de novo, lá estamos nós com a mesma atitude destrutiva, com o mesmo comportamento. O outro que havia perdoado fica sem chão. Como se estivesse em uma armadilha de novo, se vê iludido, enganado, ultrajado… Por que então agimos assim? Por que perdoamos a quem não devíamos perdoar, por que não perdoamos a quem deveríamos perdoar? Sim, pois às vezes erramos mesmo por amor. Arrependemo-nos verdadeiramente e não mais repetimos o que causou toda a situação. O que acontece é que nem todos são assim. E, mesmo, com juras eternas de amor não têm respeito por si ou pelo outro. São egoístas e, sim, são nossos inimigos. Sempre serão. Nesses casos, discurso e atitude são coisas totalmente distintas e diferentes… Irreparável Qualquer tipo de violência não pode ser aceita. Não pode ser esquecida tão facilmente. Deixa marcas. Deixa tudo sem cor, sem vida. Muitas relações com essa dinâmica tem base na codependência. Que pode ser traduzida como uma confusão de pensamentos e sentimentos que nos assola a alma e nos paralisa. Não conseguimos nos desligar do outro que é, ao mesmo tempo, algoz e companheiro. Não conseguimos porque não sabemos que podemos, porque nos relacionamos dessa forma a vida inteira, sendo menos, achando-nos inferiores, necessitados. E, mais: não saímos porque dependemos emocionalmente desse outro. E, se por acaso, decidirmos abrir mão de tudo sem entender o que causa esse padrão viciado de comportamento, problemas à frente. Logo logo vamos entrar em outra relação com a mesma tônica. Forças Complexo tudo isso? É mesmo complexo e, sempre digo, sair de uma situação de codependência ou de amar demais demanda ajuda externa. É preciso fazer parte de um grupo, de uma terapia, de um algo que ajude a resgatar a auto-estima e a razão de viver. Algo que nos acorde para a vida, para o que somos, para o que podemos ser. Não dá para sair sozinho, não dá para permanecer e também não dá para ouvir os amigos… Estes não compreendem porque agimos dessa forma. Porque nos submetemos, porque vivemos atordoados com essa síndrome de capacho… Relacionar-se de forma não saudável é algo que acaba com a vida. Mas é possível encontrar uma saída. Passível de encontrar uma solução que nos ajude a resgatar o sonho, o amor, a oportunidade de ser nesta vida, aqui e agora. Escolhas, sempre escolhas… Autora:
Sandra Maia |
Webdesigner: Lika Dutra
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