26 DE JULHO
DIA DOS AVÓS

| DIA DOS AVÓS DIA
DA AVÓ QUERIDOS
AVÓS BOM
DIA, VOVÓ SABEDORIA
DE AVÓ... TESTAMENTO
DE UMA AVÓ NOSSOS
AVÓS VOVÔ
NEM É TÃO VELHO... VOVÓS
MODERNAS AVÓS,
O MÁXIMO!!! |
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Nós, ostentando orgulhosamente os galardões de avós, atingimos este elevado patamar na família, graças ao que assimilamos durante anos de aprendizado, fazendo longo estágio como pais, aprendendo com nossos filhos levarmos a bom termo esta sublime missão. Nessa corrida de nossa existência, passamos o bastão e ganhamos nossos netos para então, enquanto pequenos, acariciá-los, aconchegá-los em nossos colos, beijá-los, amá-los... Ficando por conta de nossos filhos a parte árdua e gratificante de criá-los e educá-los, como fizemos nós com eles. No entanto, estamos fadados a sermos avós por curto tempo; só enquanto tivermos “netinhos”. Logo, logo, o tempo passa célere e eles crescem tão rapidamente que não teremos tempo de acompanhá-los. Passamos simplesmente a receber esporádicas notícias do desempenho de cada um na luta pela independência total de suas vidas. Universidades, empregos, promoções, casamentos, família constituída, transferências para lugares distantes e inalcançáveis para nós. Já idosos, ficamos à mercê de uma eventual visita, um telefonema, um abraço apertado, um beijo carinhoso... uma lembrança de que ainda estamos por aqui. Não obstante, temos certeza de que, se necessário for, poderemos contar com a ajuda deles numa ocasião aflitiva. Daqui de longe, continuamos orando por eles, pedindo a Deus para que sempre recebamos notícias alvissareiras sobre os filhos de nossos filhos. Seremos felizes, sabendo da felicidade deles. FELIZ DIA DOS AVÓS, PARA NÓS! Autor: Ary Franco |
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Amigas, mais um dia de comemoração que chega sem alarde e sem o apelo comercial: "Dia da Avó"! Acabei de ler na Internet! Fiquei pensando em como as coisas mudaram!!! pensei na minha avó (minha primeira grande paixão!), aparentando muito mais idade, comum naquela época, seus cabelos brancos, como toda avó que se prezasse, rsrsrs, seu não fazer nada, somente esperando a hora de ficar comigo. Verdade! Ela era assim, paixão correspondida! Nossos passeios, viagens, pracinhas e parquinhos. Suas noites sem dormir quando "pegava" aquelas mazelas comuns da infância, ("montava" acampamento na minha casa, apesar de morarmos uma em frente a outra). Quando me levava, mais tarde, para os bailes de calouro, formaturas ou outro "arrasta pé" em casa de amigas(os) (sim, alguém tinha que "tomar conta"!!), e muito mais tarde, troquei de lugar: levei-a para BOATES!!!! Foi o "maior barato! Nunca me esqueço da cara de espanto que fazia!!rsrsrs. Hoje, sentada aqui escrevendo para vocês, vejo como tudo mudou! Não temos cabelos brancos (pelo menos pintamos!), estudamos muito, trabalhamos, "malhamos", liberdade para morarmos sózinhas, viajar, enfim, uma vida completamente diferente de nossas avós, onde o fogão, a arrumação da casa, os tricôs e crochês (a minha era conhecida como "mãos de ouro"!), os papos com os vizinhos no portão de casa era o social e meu avô!! Seu objetivo era a espera da neta! Amigas, vejo meu neto com 1 ano e 3 meses manuseando os controles da tv e do cp, o celular, esperto que só ele, (como todas hoje em dia) e eu mal sabendo o que é "blutufe"!!!! Estou voltando a "estudar" a fim de acompanhar todo esse modernismo, senão ficarei "por fora" dos assuntos e passarei a ser uma "velhachataqñentendenada"!!!!rsrsrs Pelo menos ainda tenho saúde física e mental para aprender (até disso começo a duvidar!) É uma paixão mais tranquila, serena, sem maiores compromissos (essa missão é dos pais!), sem maiores cobranças (como "cobrei"!) mas.....ARREBATADORA!!!!! Paro "porraqui", pois o telefone está tocando: nesse horário deve ser ele para "falar" comigo! bjs.....da "fófó" (essa palavrinha mágica ele já fala, fazendo cara de coruja pra mim, esperando alguma nova brincadeira! tem coisa melhor??? acho que nem mais "aquilo"!!!!) Fui!... alô, paixão??? É a vovó!! Autora: Silvia Maria Nunes |
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A
vocês
Autora: Sandra Mamede |
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O tempo passa e, felizmente, estás presente em nosso meio. Agora, a bênção do agradecido, por ter nas mãos o relicário de tua presença. Tua netinha está feliz e sonha com a tua também. O dia 26 de julho é somente teu, e é consagrado como o dia da graça e da paz. Os vovôs, mérito de muito bem viver e ser o centro, mesmo não sendo o principal no comando. Ele formou uma comunidade e deve ser colocado na sua vida como o grande em seu lar. Na minha condição, a minha homenagem é pra vovó de minha filha: Dona Lurdes, a mãe da mãe que continua sendo a primeira, pois fez tudo muito bem feito. Criou a sua netinha. E a Jéssica, uma moça bem comportada, agradece. E quem presta esta homenagem é um felizardo que ganhou a sorte grande, com um prêmio que lhe foi dado pelo grande Pai do Céu. Viva
aos mestres do saber na experiência de uma vida longa e do carinho
e afeto e do seguro abraço enquanto a vida existir. Viva a todos
os vovôs e vovós de todos os cantos do mundo. Autor: Paulo Kwamme |
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Quando eu for bem velhinha, espero receber a graça de, num dia de domingo, me sentar na poltrona da biblioteca e, bebendo um cálice de vinho do Porto, dizer a minha neta: - Querida, venha cá. Feche a porta com cuidado, sente-se aqui do meu lado. Tenho umas coisas para te contar. E assim, dizer apontando o indicador para o alto: - O nome disso não é conselho, isso se chama colaboração! Eu vivi, ensinei, aprendi, caí, levantei e cheguei a algumas conclusões. E agora, do alto dos meus anos, quero dividir com você. Por
isso, vou colocar mais ou menos assim: Autora:
Maria Sanz Martins |
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Queridos netos, A Vó não sabe brincar com vocês, porque só sei brincar de passado e vocês só sabem brincar de futuro. E ainda estarei brincando de recordação quando vocês começarem a brincar de esperança. Mas antes que eu me torne apenas um retrato na parede, uma referência dos meus entes queridos ou até uma lágrima de minha filha, quero lhes dizer uma coisa que considero muito importante para os seus momentos de dúvida. Porque eles ocorrerão e todos serão preciosos. Quero lhes dizer, queridos netos, o que vale a pena. - Vale a pena crescer e estudar. "Minha avó foi aquela que me disse que valia a pena....E não é que ela tinha razão?" Autor: Não
mencionado |
Como
é lindo o amanhecer dos filhos que amam seus pais e os netos
que sentem o mesmo por seus avós de cabelinhos brancos. |
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Uma tarde, o neto conversava com seu avô sobre os acontecimentos e, de repente, perguntou: - Quantos anos você tem, vovô? E o avô respondeu: - Bem, deixa-me pensar um pouco... Nasci antes da televisão, das vacinas contra a pólio, comidas congeladas, foto copiadora, lentes de contato e pílula anticoncepcional. Não existiam radares, cartões de crédito, raio laser nem patins on line. Não se havia inventado ar-condicionado, lavadora, secadora (as roupas simplesmente secavam ao vento). O homem nem havia chegado à lua, "gay" era uma palavra inglesa que significava uma pessoa contente, alegre e divertida, não homossexual. Das lésbicas, nunca havíamos ouvido falar e rapazes não usavam piercings. Nasci antes do computador, duplas carreiras universitárias e terapias de grupo. Até completar 25 anos, chamava cada homem de "senhor" e cada mulher de "senhora" ou "senhorita". No meu tempo, virgindade não produzia câncer. Ensinaram-nos a diferenciar o bem do mal, a sermos responsáveis pelos nossos atos. Acreditávamos que "comida rápida" era o que a gente comia quando estava com pressa. Ter um bom relacionamento, era dar-se bem com os primos e amigos. Tempo compartilhado, significava que a família compartilhava férias juntas. Não se conhecia telefone sem fio e muito menos celulares. Nunca havíamos ouvido falar de música estereofônica, rádios FM, fitas cassetes, CDs, DVDs, máquinas de escrever elétricas, calculadoras (nem as mecânicas, quanto mais as portáteis). "Notebook" era um livreto de anotações. Aos relógios se dava corda a cada dia. Não existia nada digital, nem relógios nem indicadores com números luminosos dos marcadores de jogos, nem as máquinas. Falando em máquinas, não existiam cafeteiras automáticas, micro-ondas nem rádio-relógios-despertadores. Para não falar dos videocassetes ou das filmadoras de vídeo. As fotos não eram instantâneas e nem coloridas. Havia somente em branco e preto e a revelação demorava mais de três dias. As de cores não existiam e quando apareceram, sua revelação era muito cara e demorada. Se em algo lêssemos "Made in Japan", não se considerava de má qualidade e não existia "Made in Korea", nem "Made in Taiwan", nem "Made in China". Não se havia ouvido falar de "Pizza Hut", "McDonald's", nem de café instantâneo. Havia casas onde se compravam coisas por 5 e 10 centavos. Os sorvetes, as passagens de ônibus e os refrigerantes, tudo custava 10 centavos. No meu tempo, "erva" era algo que se cortava e não se fumava. "Hardware" era uma ferramenta e "software" não existia. Fomos a última geração que acreditou que uma senhora precisava de um marido para ter um filho. Agora me diga quantos anos acha que tenho? - Hiii... vovô... mais de 200! Falou o neto. - Não, querido, somente 58. Enviado por: Oscar Moreira |
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A
figura da avó não é mais daquela mulher que descansa
numa cadeira de balanço, faz crochê ou prepara bolinhos
de chuva à tarde. Autora: Zeli de POA |
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