2º DOMINGO DE MAIO

8 DE MAIO DE 2011

DIA DAS MÃES

TEXTOS ENVIADOS POR VELHOS AMIGOS

MÃE É DIFERENTE DE PAI
Autor: Célio Furtado

SER MÃE
Autor: J.G. de Araújo Jorge
Enviado por: Mercedes Silva

MINHA MÃE
Autora: Hilda Persiani

MÃE QUEM É VOCÊ?
Autora: Maria Helena Gouveia
Enviado por: Carlos Luiz Grilo Almeida

MÃE
Fonte: Devocionário "Pão Diário"
Enviado por: Maria Helena dos Santos Everton

MÃE DEUS TE ABENÇOE
Autora: Maria Dolores
Enviado por: Mira Scopeta

POEMINHA À MÃE
Autor: Antonio Manoel Abreu Sardenberg
Enviado por: Yna Beta

PARA SEMPRE
Autor: Carlos Drummond de Andrade
Enviado por: Giliane Altomare
 

AMOR DE MÃE
Autora: Silvia Araújo Motta

VIVA AS MÃES!
Autor: Paulo Kwamme

UMA FAMÍLIA FELIZ
Autora: Dulcilea Viana

DIA DAS MÃES
Autor: Giuseppe Ghiaroni
Enviado por: Luiz Roberto de Oliveira Soares

DIA DAS MÃES
Autora: Firmina Garcia

ORAÇÃO DAS MÃES
Fonte: Vida Iluminada
Enviado por: Ezio de Azevedo

CARTA DE UMA MÃE
Autores: Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jennifer Read Hawthorne e Marci Shimoff
Enviado por: Mira Scopeta

QUANDO DEUS CRIOU AS MÃES
Fonte: Redação do Momento Espírita
Enviado por: Lena Pedrosa

MAMÃE
Autor: Paulo Kwamme

O MUNDO NÃO É MATERNAL
Autora: Martha Medeiros
Enviado por: Wanda Cotelo

MÃE
Autora: Zeli Mello Almeida

"A VOCÊ "
Autor: Não mencionado
Enviado por Lena Pedrosa

QUERIDA MAMÃE
Autor: Gerson Alves
Enviado por
Zeli de Poa


AUSÊNCIA FATAL
Autora: Sônia Maria Grillo


MÃE É DIFERENTE DE PAI

Ainda vejo as lágrimas daquela mulher escorrerem rosto abaixo, lamentando a morte do filho. Os olhos perdidos num canto da sala confessavam sua desilusão frente ao destino: "Foi o que tive de direito". E não disse mais nada, nem precisava. Conhecíamos sua história, acompanhamos sua vida. Acho que ninguém tivera tantos problemas.

Mãe é mãe em quaisquer circunstâncias; por natureza, é diferente de pai que, em certas situações, opõe-se ao filho, delatando-o, sentenciando-o; mãe, não. Se o filho é bom, ama-o; se é ruim, ama-o; se não presta de jeito nenhum, ela sofre.

Logo cedo na vida um dos filhos de Alminda – menino bom, tão bom que era um exemplo de menino – começou a revelar um comportamento estranho.

A vizinha e comadre, por confiança, disse-lhe: "Jorginho anda tão calado, quase não vem aqui em casa e mal fala com meus meninos que lhe são, bem dizer, irmãos."

Alminda, que não queria admitir as falhas de Jorginho, correu logo em sua defesa: "É a idade, comadre, coisa de adolescente".

A outra ouviu calada, pois não devia se meter em assunto que não lhe dizia respeito, mas tinha certeza: "Coisa de adolescente que não é: os meus têm a mesma idade e continuam prestando."

O tempo serve para tudo, para curar feridas ou, se não cuidadas, abri-las ainda mais. Foi o que aconteceu. Jorginho passou a faltar às aulas, a chegar tarde da noite, alimentar-se mal, o que em pouco tempo lhe rendeu olheiras e um rosto abatido, um corpo magro, calças sobrando tecido. Não demorou para objetos desaparecerem misteriosamente e dinheiro sumir da bolsa de Alminda, que acusou a empregada e a dispensou.

As coisas continuaram a desaparecer, foi quando chegou a uma triste conclusão: "Jorginho deixou de ser o meu menino bom."

Numa madrugada um carro parou na frente da casa, era a polícia. Vieram avisar a respeito de um corpo que boiava num córrego próximo, cravado de balas. "Como sabem que se trata de meu filho?" Sabiam, pois tinha olheiras acentuadas, um rosto abatido, um corpo magro, calças sobrando tecido.

Dizem que os problemas podem diferir em função de quantidade, variedade e intensidade, mas se vivemos nesse mundo, compartilhamos essa experiência comum. Os problemas de Alminda não variavam muito, mas ela os tinha em quantidade.

Ainda vejo as lágrimas escorrerem-lhe rosto abaixo, lamentando a morte do filho. Não era Jorginho, este se fora dois anos antes. Agora era Paulinho.

Os olhos perdidos num canto da sala confessavam sua desilusão: "Foi o que tive de direito". E não disse mais nada.

Depois daquele dia nós e o resto da rua não tiramos os olhos de Luizinho, o caçula, que enquanto moramos lá levou uma vida normal, graças a Deus. Ano e meio depois mudamos de cidade e nunca mais tive notícias nem de um nem do outro. Só espero que tenham sido felizes.

Autor: Célio Furtado


SER MÃE

Quando todos te condenem
quando ninguém te escutar,
ela te escuta e perdoa,
pois ser mãe – é perdoar!
Quando todos te abandonem
e ninguém te queira ver,
ela te segue e procura
pois ser mãe – é compreender!
Quando todos te negarem
um pão, um beijo, um olhar,
ela te ampara e acarinha
pois ser mãe – sempre é se dar!

Autor: J.G. de Araújo Jorge
Enviado por: Mercedes Silva


MINHA MÃE

Não existe palavra mais doce
Desde que se aprende a falar,
Pronunciá-la é como se fosse
O mais saboroso manjar.

Mãe, sempre pronta a me aconselhar,
Seus exemplos que sempre admirei,
Foi o espelho onde me espelhei
E na vida me ajudaram a caminhar.

Tentei escrever uma poesia
Para homenageá-la no seu dia,
Mas não consigui terminar,

Ao relembrar seu olhar de santa,
Um nó me aperta a garganta
E eu só consigo chorar ...

Autora: Hilda Persiani
Curitiba - PR


MÃE QUEM É VOCÊ?

Mãe, quem é você?
Se estou feliz,
quantas vezes te esqueço;
se estou triste,
quantas vezes te procuro.
Mãe, quem é você,
que eu critico,
de quem eu exijo coisas tão pequenas
para satisfazer a minha comodidade,
mas a quem peço a maior ajuda
nos instantes mais difíceis?

Mãe, quem é você,
para quem eu tantas vezes
esqueço o meu carinho,
e de quem exijo tanta atenção?

Mãe, quem é você, com que discuto
e para quem peço conselhos?
Mãe, quem é você,
para quem reclamo sempre,
e para quem guardo
o abraço maior e a maior ternura.

Mãe, eu sei,

Você só é... AMOR.

Autora: Maria Helena Gouveia
Enviado por: Carlos Luiz Grilo Almeida



Quero prestar aqui, a minha homenagem às mães, a essas mulheres guerreiras, maravilhosas, anjos que Deus colocou no mundo para representá-lo.

MÃE

Através da história da Igreja muitas mães deram sua contribuição ensinando aos seus filhos o caminho do Senhor. Podemos hoje ler biografias de homens que, influenciados pelos ensinos recebidos de suas mães, tornaram-se grandes líderes na Igreja cristã. Agostinho converteu-se com as orações persistentes de sua mãe, Mônica. João Wesley transformou a Inglaterra porque desde pequeno sua mãe, uma mulher piedosa, levava seus 19 filhos à Igreja. Hudson Taylor, o grande missionário que dedicou toda a sua vida pregando aos chineses, foi dedicado a Deus por sua mãe quando nasceu. Assim como estes, muitos outros seguiram o caminho da fé cristã como resultado da fidelidade de uma mãe dedicada ao Senhor.

Homens de grande influência na vida pública receberam na infância o ensino da fé cristã. Consta que o grande presidente americano Lincoln tenha afirmado: “Tudo o que sou e espero ser devo a minha mãe”. As mães cristãs devem ensinar seus filhos que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Uma mãe cristã escreveu: “A mãe é e deve ser, quer ela saiba disso ou não, o maior e mais profundo professor dos seus filhos. Todas as outras influências vêm e desaparecem, mas a influência da mãe permanece para sempre.” (Season of Motherhood, pág. 208).

A mãe cristã transmite sua espiritualidade no dia-a-dia de sua vida. Seus filhos serão certamente influenciados por ela. Como é importante que as mães se esforcem para dar o exemplo, a fim de que seus filhos também se dediquem ao Senhor como resultado de sua fé. Não há maior honra para uma mãe do que ver seus filhos servindo a Deus. Como a mãe do livro de Provérbios (cp 31), peça ao Senhor que a ajude a servi-Lo muito melhor do que tem feito até agora. Seus filhos serão os primeiros a notar a sua dedicação. 
 
Mãe cristã: um dos maiores benefícios da humanidade!

Um beijo no coração a todas as mães e que Deus as abençoe.

Fonte: Devocionário "Pão Diário"
Enviado por: Maria Helena dos Santos Everton


MÃE DEUS TE ABENÇOE

Quero mãezinha, agradecer-te, em festa, por tudo que me dás ao coração, entretecer-te uma canção modesta, mas todo esforço é em vão...

Se pudesse dizer a gratidão que sinto por teu santo carinho protetor, precisaria conhecer na essência toda a glória do amor.

Tens o segredo da Bondade Eterna, Deus me acena e sorri por tua face...

Não há sábio no mundo que defina o Sol quando aparece, o lírio quando nasce!...

Falar de ti, mostrar-te? Isso seria como explicar da Terra, olhando a Altura,

a doce maravilha de uma estrela a guiar o viajor em noite escura.

Converto em prece o reconhecimento, que em meu peito humilde se extravasa, rogando ao Céu te envolva em rosas de ventura, anjo sustentador de nossa casa!...

Deus te guarde, mãezinha, pelo berço, descuidado e risonho, em que me acalentaste para a vida, como flor de teu sonho.

Deus te compense pelas noites tristes de aflição que te dei, pelo perdão de tantas vezes, tantas ! ...

Quantas foram, não sei ...

Deus te enalteça a fonte de ternura, que nunca se enodoa e nem se cansa, pelo cuidado com que restauras, ante o dom do trabalho e a força de esperança...

Perdoa se te oferto unicamente, na minha devoção de todo dia, o meu ramo de flores orvalhadas nas lágrimas que choro de alegria !

Com júbilos divinos, Mãe querida, que a Celeste Bondade te coroe ! ...

Por tudo o que nos dá nos caminhos da vida, Deus te exalte e abençoe ! ...

Autora: Maria Dolores
Do livro Mãe. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Enviado por: Mira Scopeta


POEMINHA À MÃE

Amor, carinho, ternura,
Afeto, afago, apego,
Meiguice, entrega, doçura,
O mais ardente aconchego.
Sentimento mais profundo,
Geratriz: razão da vida.
Concebeu, foi concebida...
Tu és MÃE, o próprio mundo!

Feliz Dia das Mães...

Autor: Antonio Manoel Abreu Sardenberg
São Fidélis "Cidade Poema"
Enviado por: Yna Beta


PARA SEMPRE

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento e chuva desaba,
veludo escondido na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece com o que é breve
e passa sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça, é eternidade.
Por que Deus se lembra - mistério profundo - de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei: Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho.

Autor: Carlos Drummond de Andrade
Enviado para todas as mães do mundo,
com carinho,
Giliane Altomare
 


AMOR DE MÃE

Soneto Nº 2362
Clássico, sáfico, heróico;
Sílabas fortes na 4ª, 6ª, 8ª; 10ª sílabas;
Rimado: ABAB, ABAB,CDE,CDE
Por Sílvia Araújo Motta

-
Amor de Mãe é sol brilhante e aquece:
uma família inteira, noite e dia;
nas horas tristes põe a fé na prece:
de intercessão da Virgem Mãe Maria.
-
Amor de Mãe é chama, sempre cresce;
gera uma vida, encanta, alenta e guia;
transforma o sangue e quando o filho nasce,
dá o puro leite e prova a tal magia.
-
Amor de Mãe faz ver o céu de anil,
no leito, explode a estrela e traz canção;
bálsamo, acalma a dor que está no peito.
-
Amor de Mãe sublima graças mil,
deixa saudade e na alma, paz, perdão;
Flor que perfuma a vida: amor-perfeito.
-
BH, 2º domingo, 9 de Maio de 2010.
-
Qual perfume inebriante
concentrado numa FLOR,
no CORAÇÃO de uma MÃE
existe o mais puro AMOR.
PARABÉNS, MAMÃE!

Autora: Silvia Araújo Motta/BH/MG


VIVA AS MÃES!

Como este domingo é o dia mais sagrado, resolvi fazer uma homenagem especial a pessoa mais importante do nosso Site. E, também, a quem a auxilia nos trabalhos.
Se for homem, meus parabéns! Sempre terá uma mãe pra homenagear.

Dona Lou, eu gosto quando chega essa data, porque posso chegar mais perto e abraçar, ainda que distante, a mãe mais significativa pra todos nós, os filhos do Site da Maturidade.

O dia das mães é um só no ano, vamos então encher as páginas e que não sobre  espaços em todas as nossas homenagens. A senhora merece.

E a todas as mamães, "Velhas Amigas", rosas perfumadas! Que o bom Deus, dê  sempre o caminho repleto de luz e que seus filhos amem tanto as suas mamães como são amados.

Viva todas as mamães do mundo!

Autor: Paulo Kwamme


UMA FAMÍLIA FELIZ

Querida amiga Lou, são vários depoimentos de sofrimentos e decepções com várias famílias. Fico triste. 
Porém, graças à Deus o meu depoimento é para  dar muitas graças ao Senhor pela minha família. Tenho 79 anos, dois filhos: um de 57 e outro de 58 anos e sempre têm sido muito meus amigos e já me deram 7 netos e 3 bisnetos, cada um mais lindo. Bom seria se todos tivessem famílias igual à  minha. Nem tudo está perdido, graças à Deus. Beijos e felicidades para todos vocês.

Autora: Dulcilea Viana


DIA DAS MÃES

I
Mãe! Eu volto a te ver na antiga sala,
onde uma noite te deixei sem fala
dizendo adeus como quem vai morrer.
E me viste sumir pela neblina,
porque a sina das mães é esta sina:
amar, cuidar, criar, depois... Perder.
II
Perder o filho é como achar a morte.
Perder o filho quando, grande e forte,
já podia ampará-la e compensá-la...
Mas nesse instante uma mulher bonita,
sorrindo... O rouba! E a velha mãe aflita,
ainda se volta para abençoá-la!...
III
Assim parti... E nos abençoaste.
Fui esquecer o bem que me ensinaste.
Fui para o mundo me deseducar.
E tu ficaste num silêncio, frio...
Olhando o leito que eu deixei vazio...
Cantando uma cantiga de ninar!
IV
Hoje volto coberto de poeira
e te encontro, quietinha na cadeira,
a cabeça pendida sobre o peito.
Quero beijar-te a fronte, e não me atrevo.
Quero acordar-te, mas não sei se devo,
não sinto que me caiba este direito.
V
O direito de dar-te este desgosto,
de te mostrar nas rugas do meu rosto
toda a miséria que me aconteceu.
E quando vires e expressão horrível
da minha máscara irreconhecível,
minha voz rouca murmurar:''Sou eu!"
VI
Eu bebi na taberna dos cretinos;
eu brandi o punhal dos assassinos;
eu andei pelo braço dos canalhas.
Eu fui jogral em todas as comédias;
eu fui vilão em todas as tragédias;
eu fui covarde em todas as batalhas.
VII
Eu te esqueci: as mães são esquecidas...
Vivi a vida, vivi muitas vidas,
e só agora, quando chego ao fim,
traído pela última esperança...
E só agora, quando a dor me alcança:
Lembro de quem nunca se esqueceu de mim...
VIII
Não!... Eu devo voltar... Ser esquecido...
Mas, que foi? De repente ouço um ruído;
a cadeira rangeu; é tarde agora!...
Minha mãe se levanta abrindo os braços
e, me envolvendo num milhão de abraços,
rendendo graças, diz:"Meu filho!", e chora.
IX
E chora... E treme... E como fala e ri...
E até parece que Deus entrou aqui,
em vez de o último dos condenados.
E o seu pranto rolando em minha face...
Quase é como se o Céu me perdoasse
e me limpasse de todos os pecados.
X
Mãe! Nos teus braços eu me transfiguro.
Lembro que fui criança, que fui puro.
Sim, tenho mãe! E esta ventura é tanta.
que eu compreendo o que significa:
- O filho é pobre... Mas a mãe é rica!
- O filho é homem... Mas a mãe é santa!
XI
Santa que eu fiz envelhecer sofrendo,
mas que me beija como agradecendo
toda a dor que por mim lhe foi causada.
Dos mundos onde andei nada te trouxe,
mas tu me olhas num olhar tão doce
que , nada tendo, não te falta nada.
XII
Dia das Mães! É o dia da bondade...
Maior que todo o mal da humanidade
purificada num amor fecundo...
E por mais que o homem seja um ser mesquinho...
Enquanto uma Mãe cantar junto a um bercinho...
- Cantará a Esperança para o mundo!...

Autor: Giuseppe Ghiaroni

Querida Mamãe,
Lembra deste poema? Ah! Que saudades!... A Senhora gostava tanto de ouvi-lo quando eu o lia! Desde a primeira vez que o li para a Senhora, na Fazenda do Senhor Jesus – em Campinas – SP, em 1984, tenho lido este poema de Ghiaroni...

E, a cada ano que passa, ele me remete a um sentimento diferente e inexplicável, que cresce; e se transforma; e se aprofunda mais e mais dentro de mim. Quanto mais leio este poema – a cada ano, mais ele me mostra “um” significado diferente do que seja o verdadeiro AMOR...

Mas o principio partiu da Senhora Minha Mãe Querida!... “Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem... Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro ser... Sentimento de afeto ditado por laços de família... Sentimento terno ou ardente de uma pessoa por outra, e que engloba também atração física... Amor passageiro e sem conseqüência; capricho... Afeição, amizade, carinho, simpatia, ternura... Muito cuidado; ciúme, zelo, carinho ao objeto do amor... E acima de tudo: - Adoração, Veneração, Culto e Amor a Deus”.

Tudo isso a Senhora nos ensinou... E a cada ano, neste dia dedicado a todas as Mães do Mundo, volto a lê-lo; e volto a sentir que no meu coração, o lugar que Senhora ocupou, jamais ficará vazio porque seus ensinamentos sobre AMOR o preenchem e transbordam!... Mais uma vez, obrigado Mamãe!...

Enviado por: Luiz Roberto de Oliveira Soares


DIA DAS MÃES

Dia da mãe
para uma criancinha
na sua infância inocente,
o dia da sua mãezinha
é um dia diferente…

Para um adolescente
o belo dia em questão,
traz sempre algo diferente
que o toca no coração.

O dia da mãe é sempre,
para o filho que envelhece,
dia sombrio, diferente,
mas que muito os envaidece.

Autora: Firmina Garcia


Oração das Mães

"Senhor, fazei que eu me lembre mais
das minhas responsabilidades do que
dos meus privilégios. Que eu saiba amar
meus filhos sem intenção
alguma de possuí-los.

Que eu conquiste o respeito dos
meus filhos em lugar de exigi-lo.
Que eu seja compassiva e compreensiva
ante os defeitos deles, sendo forte
também em corrigi- los, não tendo nunca
amor de "vista grossa", o triste falso amor
que sabe apenas fazer todas
as vontades das crianças.

Que eu tente projetar no coração
de meus filhos a vossa imagem de Pai
e que a minha imagem de mãe seja
um reflexo de vossa imagem de Pai.

Que eu os faça crescer, estes meus filhos,
bem mais por dentro do que por fora.
Que eu saiba dialogar
bem mais do que ensinar.
Que a fertilidade do meu ventre não seja
maior que a sublime fecundidade da
minha alma de mãe.
E que esta alma de mãe seja uma cópia do vosso
grande coração de Pai.
Amém."

(Extraído de a "Vida Iluminada - Página publicada em 10.07.04)
Enviado por: Ezio de Azevedo


CARTA DE UMA MÃE

Mães são criaturas especiais. Elas têm uma visão de mundo toda peculiar.

Guardam experiência porque já viveram mais tempo que seu filho. Experimentaram incontáveis alegrias. Também tristezas, mágoa e dor.

E sabem que, por mais amem seu filho, não poderão impedir que tudo isso ele também experimente: coisas positivas e coisas negativas.

Sabem igualmente que isso faz parte do grande aprendizado que redundará em progresso para ele próprio.

Possivelmente por essa razão é que uma mãe elaborou uma carta, mais ou menos nos seguintes termos:

Caro mundo: Meu filho começou hoje na escola. Durante algum tempo, tudo vai ser estranho e diferente para ele.

Eu gostaria que você o tratasse com carinho.

Até aqui, sempre estive ao lado dele. Aquieto seu coração. Curo suas feridas.

Estou por perto quando ele cai e rala o cotovelo ou o joelho.

Quando ele cai da bicicleta, do skate e tropeça nos cadarços soltos do tênis.

Mas agora tudo vai ser diferente. Esta manhã ele vai sair pela porta da rua, acenar para mim e começar sua grande aventura.

Ele irá aprender provavelmente sobre disputas, tragédia e sofrimento.

Para viver neste mundo é preciso fé, amor e coragem.

Por isso, mundo, eu gostaria que você o pegasse pela mão e ensinasse o que ele precisa saber.

Ensine-o, mas com carinho. Ensine-o que, para cada malandro que existe por aí, existe também um herói.

E que, em verdade, há muito mais heróis do que malandros. Heróis anônimos que realizam grandes proezas todos os dias.

Fale-lhe muito mais dos heróis. Incentive-o a se tornar um deles.

Ensine-o que para cada político corrupto existe um líder dedicado.

E narre-lhe detalhes das vidas desses líderes para que os possa imitar.

Ensine-o que para todo inimigo existe também um amigo. Diga-lhe como conquistar e conservar amigos.

Ensine-o sobre as maravilhas dos livros. Livros de ciência, de arte, de grandeza.

Dê a ele um momento de silêncio para que possa ponderar sobre o mistério dos pássaros no céu, das abelhas ao sol e das flores nas campinas.

Ensine-o que é muito mais digno fracassar do que trapacear.

Ensine-o a ter fé nas próprias ideias, mesmo quando todo mundo lhe disser que ele está errado.

Ensine-o a vender seu cérebro e seus músculos pelo mais alto preço. Mas faça-o ciente de que seu coração e sua alma nunca devem ser colocados à venda.

Ensine-o a fechar os ouvidos para o clamor da multidão... E manter-se firme e disposto a lutar quando achar que está certo.

Ensine-o com carinho, mundo, mas não o mime, pois é o teste do fogo que produz o aço mais resistente.

Mundo, veja o que você pode fazer por meu filho. Ele é alguém muito especial.

* * *

A educação de uma criança não é somente um trabalho de amor e um dever.

É uma missão importante, desafiadora e honrosa. Em verdade, ela exige do educador o melhor que ele tenha para dar.

Por isso, maternidade e paternidade são missões das mais nobres, confiadas pela Divindade à mulher e ao homem.

Pense nisso!

Autores: Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jennifer Read Hawthorne e Marci Shimoff
Enviado por: Mira Scopeta


QUANDO DEUS CRIOU AS MÃES

Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.

Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.

Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.

Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.

Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.

De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.

Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

Uma mulher. Uma mãe.

Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.

Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.

Fonte: Redação do Momento Espírita
Enviado por: Lena Pedrosa


MAMÃE

Como posso esquecer de quem sempre foi minha proteção e deixou sua marca registrada no amor. Quem sempre teve motivos em andar na vida na linha reta no comportamento, graças a sua mãe. Como é triste quem vive sem ela, por morte ou abandono.

Sua vida é cortada e a sua escola não tem o primário. A escolaridade materna é aprendida no primeiro abraço e no primeiro mamar até chegar o momento de se conduzir na vida como ser independente. E, assim no carinho da mamãe, na comidinha gostosa que só ela sabe fazer e tudo mais é que ninguém a substitui enquanto vivemos.

Sempre teremos motivos pra elogiar aquelas que tem os vínculos e que jamais serão esquecidas, mesmo passando um milhão de anos. Sempre haverão livros e documentos falando das filhas de Nossa Senhora: as mães!

Todos os anos eu lembro da minha e vou morrer nessa vida, pensando no encontro tão esperado de quem nunca esqueceu seus carinhos, conforto e do amor que ela sempre me deu. Salve todas as mãezinhas de todos os cantos, do rico planeta azul em que vivemos.

Autor: Paulo Kwamme


O MUNDO NÃO É MATERNAL

É bom ter mãe quando se é criança, e também é bom quando se é adulto.

Quando se é adolescente a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é um erro de cálculo.

Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.

O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.

O mundo quer que a gente fique horas no telefone, torrando dinheiro.

Quer que a gente case logo e compre um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito.

Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.

O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos para enfeitar ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.

O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir.

O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Para o mundo, quem menos corre, voa. Quem não se comunica se estrumbica. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim de slogans e estatísticas. Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta: exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto que o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem-dotados e cobra caro pelo seu tempo.

Mãe é de graça.

Autora: Martha Medeiros
Enviado por: Wanda Cotelo


Mãe

 Pra mim ainda não existia televisão,
eu só sabia olhar para seus olhos.
Muito menos computador. Você era o meu chat pra
bater papo a qualquer hora, apesar de eu ainda nem responder.
MP3 eu nem imaginava o que era, mas pra que?
Suas canções estão gravadas até hoje na minha memória.
Eu também não sabia o que era DVD,
mas não precisava, porque as suas
histórias antes de dormir eram tudo pra mim.
Você era a unica imagem que eu via na minha frente.
E isso não tem como esquecer. 

Autor: Zeli Mello Almeida


"A você"

Mãe velhinha,
Mãe rica ou pobrezinha.
A você,
Mãe solteira,
Mãe sozinha,
Mãe de um ou mãe de muitos,
Mãe do filho que não veio,
Mãe do filho que já se foi.
A você,
Mãe preta,
Mãe branquinha,
Mãe corajosa que educa seus filhos,
Todos os dias, a todo o momento.
Mãe que às vezes ri e que às vezes chora...
Mãe que às vezes fala e às vezes cala...
A você,
Mãe que estimamos,
Mãe que desconhecemos,
Mãe do filho que não é seu,
Mãe - Dindinha,
Mãe - Titia.
A você,
Princípio de todo amor,
Esta mensagem
Com muito carinho.

Autor não mencionado
Enviado por Lena Pedrosa


As mães nunca deveriam partir...

As saudades serão sempre eternas e fiéis companheiras...
Mães nunca deveriam partir... muito menos partir sem dizer adeus... ou deixar uma cartinha explicando porque precisa ir...

Mães nunca deveriam partir, pois, quando partem, levam metade de nosso coração, de nossa alma. Mas elas partem e nós ficamos. É a lei da vida, não podemos ignorar. Mães partem, mas deixam em suas essências o caminho do exemplo, do manancial aprendizado de saber viver.

Minha mãe que já partiu, sem nenhum aviso-prévio, se foi simplesmente voando em asas de anjos, dormindo...silenciosamente. Seu semblante irradiava uma paz e uma plenitude maravilhosa, se poderia dizer linda!

Se não fosse a dor do momento... Minha mãe, eu sempre a comparei com uma grande arvore, como um grande carvalho que aguenta todas as intempéries dos tempos...jamais se acaba, suas raízes permanecem sempre vivas. Nos seus galhos mamãe carregava meigamente meu pai, que perdeu a visão tão cedo...e ela se tornou também os seus olhos para ver a beleza das cores, a alegria de viver, porque minha mãe nunca foi pessoa de se lamentar, de chorar, nunca...

Ela sempre tinha a solução para quaisquer problemas, por mais difíceis que parecessem ser. Nas folhas que nasciam dos fortes galhos, ela carregava meu irmão que nasceu excepcional, mas que todos chamávamos de especial, e num galho fininho ela me carregava... Não importa se o galho fosse fraquinho, ela conhecia a minha força, a minha garra e luta pela vida.

Pena que só compreendi isso, depois que ela me deixou...que pena! Como fui ignorante! E nas flores lindas e pequeninas que nasciam da sua árvore, ela carregaria seus binestos tão desejados. Mas toda a força do carvalho, toda a luta travada para não fenecer, o Anjo da morte chegou e levou, tão rápido quanto o vento, meu querido Pai.

Minha mãe permaneceu firme como uma rocha de granito. Não se desesperou, orou muito, nos transmitiu forças para continuarmos nossa caminhada. Anos após, surge novamente o anjo negro e leva meu marido, seu genro, o pai dos seus adorados netos... O carvalho cada dia parecia mais forte... Em um ano, nova visita do anjo negro levava meu querido irmão...

Dessa vez, o carvalho se abalou. Não houve adubos, nem terras suficientes para não deixar o carvalho esmorecer... e numa noite enluarada, um anjo azul levou nos braços minha mãezinha... Mas deixou-nos como herança, a luz da sua sabedoria, da sua coragem e forca. As mães partem...mas nunca se vão para sempre... elas deixam em nós as moléculas que fazem parte dos nossos corpos, e que dão continuação às raízes, para plantarmos um novo carvalho e seguir o seu exemplo.

Mãe querida, é com muita emoção que lhe digo, hoje, em uma prece silenciosa. Obrigada, mãe querida, por ter me escolhido para ser sua filha e continuar a multiplicação dos galhos e folhas da linda árvore que você deixou plantada nesse mundo. As flores servirão para nos receber quando dos nossos reencontros. Afinal, todos partem...mas resta sempre a essência mais bonita, o Amor!

Autora: Arneyde T. Marcheschi


Querida Mamãe

Adoro ver,
nos teus olhinhos o brilho das estrelas...
O teu sorriso é o carinho do meu coração...
Não penso mais em sofrimentos,
nem vou temer a solidão...
Pois o teu amor é meu abrigo
e minha proteção.

Autor: Gerson Alves
Enviado por Zeli de Poa


Mãe
Mãe é a expressão do carinho e da razão.
É beleza de flores,
canto dos pássaros anunciando o sol da vida.
A saudade é grande de apertar você, mamãe, de sentir o seu calor, de desmanchar seus cabelos e de acariciar suas faces.
Sinto que preciso de você sempre a meu lado recordando
meus tempos de menina.
Onde o céu começa,
MÃE, você termina.
MÃE, você é o amor cantado em poesia e beleza.
Obrigada Senhor, pelos momentos felizes que tivemos de muito afeto, ternura, carinho e amor e pela vida que me deu.
Paz e Luz!!!!

Autor: Mercedes Silva


Ausência Fatal
A fatalidade quando vem
atira para todos os lados,
se alia à tristeza
e nem se importa a quem
ou a quantos, deixa desolados.
Sem ilusão e trazenso grande incerteza,
vai destruindo o que encontra,
causando enorme devastação.
E com suas garras nos afronta.
Isenta de comiseração
machuca, ferindo a alma.
Sem dó nem piedade
dilacera a calma,
estraçalha a felicidade.
É de um egoísmo atroz,
extremamente chocante.
Chega sempre de surpresa,
assim como o albatroz,
que em vôo rasante,
abocanha sua presa!

"In Memorian" à minha mãe
Yára Dolores Cardoso Grillo

Autora: Sônia Maria Grillo
(Baby®)

Webdesigner: Lika Dutra

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