2º DOMINGO DE MAIO
8 DE MAIO DE 2011
DIA DAS MÃES
TEXTOS ENVIADOS POR VELHOS AMIGOS
RETRATO DE MÃE MÃE, MUDOU A ROTINA! MÃE MÃE
QUERIDA MÃE BRASILEIRA MÃE MINHA
MÃE É UM ANJO DE DEUS A
CANÇÃO DE QUALQUER MÃE SER
MÃE TODA
MÃE TRAZ OS TRAÇOS DE MARIA |
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Uma simples mulher existe que, Autor não mencionado |
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Mãe, quantas mudanças desde a tua partida! Como faz falta tua piada matinal, Eu passo bem longe de tua casa agora. Autor: Ógui Lourenço Mauri |
Parabéns
mãe, pelo seu jeito Autor: Rivaldo Cavalcante |
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A tua ausência sinto... Oh! Mãe querida! Ao pressentires uma dor surgida, E se algo deixasse-me magoado, E quantas vezes, me lembro, tu surgiste, Autor: Samuel Freitas de Oliveira |
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A todas as mães brasileiras: Mulher construtora de pontes que faz aproximação A tecnologia não tira, não anula, Vocês responsavelmente seguem uma trilha Mulher mãe das três raças Fazem parte do plano divino expandindo a procriação. Autora: Maria Loussa |
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Para ti, mãe, escrevi este poema A ti devo o que sou e o que tenho Apesar de não poder mais te abraçar Desde a tarde de domingo em que partistes Dói a saudade e o meu ser se entristeceu Dentro de mim deixastes imenso vazio Que faz a lágrima brotar dos olhos meus Mas reconforta-me, mãe, a grande certeza De que no céu vives feliz junto de Deus! Autora: Lourdes Neves Cúrcio |
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Quando
eu proclamo que Deus me deu um Anjo Quando
eu proclamo que Deus me deu um Anjo Quando
eu proclamo que Deus me deu um Anjo Quando
eu proclamo que Deus me deu um Anjo Quando
eu proclamo que Deus me deu um Anjo Quando
eu proclamo que Deus me deu um Anjo Quando
eu proclamo que Deus me deu um Anjo Autora: Silvia Schmidt |
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Que nossa vida, meus filhos, tecida de encontros e desencontros, como a de todo mundo, tenha por baixo um rio de águas generosas, um entendimento acima das palavras e um afeto além dos gestos – algo que só pode nascer entre nós. Que quando eu me aproxime, meu filho, você não se encolha nem um milímetro com medo de voltar a ser menino, você que já é um homem. Que quando eu a olhe, minha filha, você não se sinta criticada ou avaliada, mas simplesmente adorada, como desde o primeiro instante. Que, quando se lembrarem de sua infância, não recordem os dias difíceis (vocês nem sabiam), o trabalho cansativo, a saúde não tão boa, o casamento numa pequena ou grande crise, os nervos à flor da pele – aqueles dias em que, até hoje arrependida, dei um tapa que ainda agora dói em mim, ou disse uma palavra injusta. Lembrem-se dos deliciosos momentos em família, das risadas, das histórias na hora de dormir, do bolo que embatumou, mas que vocês, pequenos, comeram dizendo que estava maravilhoso. Que pensando em sua adolescência não recordem minhas distrações, minhas imperfeições e impropriedades, mas as caminhadas pela praia, o sorvete na esquina, a lição de casa na mesa de jantar, a sensação de aconchego, sentados na sala cada um com sua ocupação. Que quando precisarem de mim, meus filhos, vocês nunca hesitem em chamar: mãe! Seja para prender um botão de camisa, ficar com uma criança, segurar a mão, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupação. Não é preciso constrangerem-se de ser filhos querendo mãe, só porque vocês também já estão grisalhos, ou com filhos crescidos, com suas alegrias e dores, como eu tenho e tive as minhas. Que, independendo da hora e do lugar, a gente se sinta bem pensando no outro. Que essa consciência faça expandir-se a vida e o coração, na certeza de que aquela pessoa, seja onde for, vai saber entender; o que não entender vai absorver; e o que não absorver vai enfeitar e tornar bom. Que quando nos afastarmos isso seja sem dilaceramento, ainda que com passageira tristeza, porque todos devem seguir seu caminho, mesmo que isso signifique alguma distância: e que todo reencontro seja de grandes abraços e boas risadas. Esse é um tipo de amor que independe de presença e tempo. Que quando estivermos juntos vocês encarem com algum bom humor e muita naturalidade se houver raízes grisalhas no meu cabelo, se eu começar a repetir histórias, e se tantas vezes só de olhar para vocês meus olhos se encherem de lágrimas: serão apenas de alegria porque vocês estão aí. Que quando pareço mais cansada vocês não tenham receio de que eu precise de mais ajuda do que vocês podem me dar: provavelmente não precisarei de mais apoio do que do seu carinho, da sua atenção natural e jamais forçada. E, se precisar de mais que isso, não se culpem se por vezes for difícil, ou trabalhoso ou tedioso, se lhes causar susto ou dor: as coisas são assim. Que, se um dia eu começar a me confundir, esse eventual efeito de um longo tempo de vida não os assuste: tentem entrar no meu novo mundo, sem drama nem culpa, mesmo quando se impacientarem. Toda a transformação do nascimento à morte é um dom da natureza, e uma forma de crescimento. Que em qualquer momento, meus filhos, sendo eu qualquer mãe, de qualquer raça, credo, idade ou instrução, vocês possam perceber em mim, ainda que numa cintilação breve, a inapagável sensação de quando vocês foram colocados pela primeira vez nos meus braços: misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as glórias da arte e da ciência, mais sério do que as tentativas dos filósofos de explicar os enigmas da existência. A sensação que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consciência de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada terra. E assim sendo, meus filhos, vocês terão sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter. Autora: Lya Luft |
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Ser mãe é desdobrar
fibra por fibra o coração! Ser mãe é ser um anjo
Todo o bem que a mãe goza é
bem do filho, Ser
mãe é andar chorando num sorriso! Autor: Coelho Neto |
Webdesigner: Lika Dutra
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