8 DE MARÇO
DIA INTERNACIONAL DA
M
AIS QUE UM MUNDO,ÉS UM UNIVERSO,
U M MAR, UM ROCHEDO, UM DESERTO,
L AVA DE VULCÃO, SEARA DE LAVRADOR...
H EROÍNA RETRATADA NESTE SIMPLES
VERSO
E SFINGE DOURADA, ÉS UM LIVRO
ABERTO
R EFÚGIO SAGRADO DE SUBLIME
AMOR!
( Firmina Ferraz Garcia)

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SHOFIA "Que
nenhuma estrela queime o teu perfil |
| NÃO LEVE A FAXINA TÃO A SÉRIO! MISSÃO – UNIÃO – LABUTAR – HONRAS – ENGAJAM - REVERÊNCIA SER MULHER MULHER MADURA
MULHER MULHERES
BEM SUCEDIDAS HOMENAGEM
À MULHER USO
DO VÉU NO IRÃ MANUAL DE PRESERVAÇÃO MULHER OBEDIENTE O
HOMEM E A MULHER AS QUALIDADES DA MULHER CANÇÃO DA PLENITUDE A
MULHER DA PÁGINA 194 A BRUSCA POESIA DA MULHER AMADA MULHER,
COM CABEÇA E TUDO DESABAFO
DE UMA MULHER REBELDE MULHER ALMA DE MULHER |
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Ser mulher não é um "ser" comum Autor: Hemerson Patrick Andrade Mulher
madura, Maduro
é teu amor quando me procuras, Queres
um amor como o teu Um
amor puro e cristalino que te levará à paixão. Eu
te prometo, mulher madura Eu
te prometo a vida segura a ao meu lado, Autora:
Eda Carneiro da Rocha
Quando menina, é adorável, Autora: Hilda Persiani Mulheres
bem sucedidas? Se
bastasse ser bonita, Não
é assim, minha amiga, Esteja
bem informada, A
escola da vida ensina, Nunca
desista do intento, Tem
sempre alguém de tocaia, Busque
sempre a lealdade Se
o homem não der valor, Sempre
à sombra do marido, Saiba
que o homem ideal, Não
pensem que o amor é tudo; Descubra
também seus dons, Ninguém
mais do que você, Você
também vai saber: Inveja
é bom, nos motiva, O
verdadeiro elogio, Concluindo
o pensamento: Autora: Mírian Warttusch Todos
os dias são das Mulheres,
Quero, neste dia, deixar declarado
Que a paz, o amor e a dignidade estejam conosco!
Que sejamos livres dos preconceitos,
Que os homens, compreendam a sua posição
Que o amanhã seja promissor, e sempre melhor que o hoje. Iranianas comemoram o Dia Internacional da Mulher lutando por seu direito de retirar o véu. "Nós estamos presos em uma inescapável malha de reciprocidade, atados em uma face singular do destino. O que quer que afete alguém diretamente, afeta a todos de alguma forma." Esta movimentação surgiu na Internet e encontrou manifestações de solidariedade pelo mundo afora. Não desejamos com isso nos manifestar contra o véu islâmico. Somos a favor do direito feminino de escolher usá-lo ou não. Reconhecemos o direito à escolha como um direito humano fundamental. No entanto, as mulheres do Irã são obrigadas, independente de seu credo religioso, ao uso do véu. Ao contestarem essa obrigação, muitas são presas e até condenadas à morte. Queremos Liberdade de escolha para as mulheres no Irã. Ao longo da história do Irã, a antiga Pérsia, o uso do hijab, véu que cobre as mulheres em países islâmicos, definiu uma forma de proteger a honra da mulher de ataques masculinos. Mas durante a dinastia do Xá Mohammad Reza instituiu-se de forma impositiva o não uso, fato modificado no atual regime iraniano, após a Revolução Islâmica em 1979. Desde então as iranianas são obrigadas a usarem o véu. A obrigatoriedade do uso do véu no Irã transcende a dimensão cultural, porque é uma imposição estatal, revelando um uso do poder sobre a mulher, suprimindo sua possibilidade de autonomia e atropelando o direito de livre expressão de sua individualidade. Há no Iran mulheres que defendem o uso do hijab, mas aquelas que não desejam usá-lo não têm direito a liberdade de escolha a respeito disto. Estas mulheres desejam o direito a não violência nas ruas àquelas que decidem não usar o véu. Ainda hoje no Irã as mulheres são espancadas, violentadas e presas quando são vistas sem o véu em público. É uma forma de expressar seu descontentamento com a opressão que as mulheres vivem hoje no Irã, mostrada em filmes, livros e internet, entre outros. Autor: Frente Pela Liberdade no Iran - |
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O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana. Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha "Salvem as Mulheres!" Tomem aqui os meus parcos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam: Alimentação correta. Flores também fazem parte de seu cardápio. Mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial. Música ambiente e um espumante [sem álcool, pra não estragar o momento] num quarto de hotel são muito bem digeridos e ainda incentivam o acasalamento o que, além de preservar a espécie, facilita a sua procriação. Respeite a natureza. Cérebro feminino não é um mito. Não confunda as subespécies. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo. Salvem as mulheres! Enviado por: Maria Nubia Cimpriano |
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Era uma vez um homem que tinha passado toda a sua vida trabalhando e que juntara todos os centavos que ganhava. Ele era realmente muito mão-de-vaca. Um dia o homem morre.
Foi colocado dentro do caixão, enquanto a mulher se mantinha sentada a seu lado, toda de preto, acompanhada pelos amigos mais chegados. Um amigo que sabia do pedido do falecido, disse-lhe: Autor: Não mencionado |
O
homem é a mais elevada das criaturas. Autor:
Vitor Hugo - O mais ilustre poeta francês do século XIX,
senão de todos os tempos (1802-1885) |
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Ser deusa - não é pra todas. Ser gostosa é qualidade Ser feia não é defeito, As feias que me perdoem... Vaidade... homem aos seus pés? Pra ser mulher de verdade, Se ele pagar a conta, Ser gata, é ser carinhosa, Ter defeito é muito bom, Mas agora eu vou dizer Em cada grande momento, Ela deve sempre estar, A qualidade maior Defeitos todas nós temos; Mírian Warttusch |
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Não tenho mais os olhos de menina Autora: Lya Luft |
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Ela é loira e linda. Tem 20 anos. Modelo profissional. Saiu na última edição da revista americana Glamour ilustrando uma reportagem sobre autoimagem, e foi o que bastou para causar um rebuliço nos Estados Unidos. A revista recebeu milhares de cartas e e-mails. Razão: a barriga saliente da moça. Teor das mensagens: alívio. Uma mulher com um corpo real. Não sei se Lizzie Miller, que ficou conhecida como a mulher da página 194, já teve filhos, mas é pouco provável, devido à idade que tem. No entanto, quem já teve filhos conhece bem aquela dobrinha que se forma ao sentar. E mesmo quem não teve conhece também, bastando para isso pesar um pouco mais do que 48 quilos, que é o que a maioria das tops pesa. Lizzie não é um varapau — atua no mercado das modelos “plus size”, ou seja, de tamanhos grandes. Veste manequim 42, um insulto ao mundo das anoréxicas. A foto me despertou sentimentos contraditórios. Por mais que estejamos saturados dessa falsa imagem de perfeição feminina que as revistas promovem, há que se admitir: barriga é um troço deselegante. É falso dizer que protuberâncias podem ser charmosas. Não são. Só que toda mulher possui a sua e isso não é crime, caso contrário, seríamos todas colegas de penitenciária. Sem photoshop, na beira da praia, quase ninguém tem corpaço, a não ser que estejamos nos referindo a volume. Se estivermos falando de silhueta de ninfa, perceba: são três ou quatro entre centenas. E, nesse aspecto, a foto de Lizzie Miller serve como uma espécie de alforria. Principalmente porque ela não causa repulsa, ao contrário, ela desperta uma forte atração que não vem do seu abdômen, e sim do seu semblante extremamente saudável. É saúde o que essa moça vende, e não ilusão. Um generoso sorriso, dentes bem cuidados, cabelos limpos, segurança, satisfação consigo próprio, inteligência e bom humor: é isso que torna um homem ou uma mulher bonitos. Aquelas meninas magérrimas que ilustram editoriais de moda, quase sempre com cara de quem comeu e não gostou (ou de quem não comeu, mas gostaria), são apenas isso: magérrimas. Não parecem pessoas felizes. Lizzie Miller dá a impressão de ser uma mulher radiante, e se isso não é sedutor, então rasgo o diploma de Psicologia que não tenho. Ela merecia estar na primeira página, mas, mesmo tendo sido publicada na 194, roubou a cena. Que reação a foto causou em você? Repúdio ou alívio? Respondendo à pergunta da Martha Medeiros Eu acho que a mulher pode e deve ser vaidosa. Deve cuidar de sua aparência, o que não pode e não deve é se tornar prisioneira dessa vaidade. Como a Martha, eu eu e todas nós, conhecemos mulheres belíssimas que estão aí sozinhas, mal-amadas, sem ter, não digo um homem, mas alguém para lhe dar amor. Ao contrário, conhecemos uma tantas outras (para não dizer a maioria) que têm aquela barriguinha, algumas (ou muitas celulites), rugas no rosto, cabelos não tão sedosos, mas que construíram suas vidas cheias de amor. Se beleza fosse sinal de encontrar a felicidade, não veríamos tantas e tantas belezas numa busca desenfreada por alguém - se bem que também não considero que estar acompanhada de um homem seja o único caminho da felicidade. Para
mim felicidade é, principalmente, estar bem consigo mesmo; é
estar satisfeito com o que faz pela vida a fora, é ter saúde
e alegria de ser como é: gorda ou magra; alta ou baixa; feia
ou bonita; inteligente ou não inteligente(não é
preciso também ser gênio para ser feliz). Autora:
Martha Medeiros |
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Dia Internacional da Mulher é coisa séria. A gente devia fazer é um minuto de silêncio. Não queremos esse bombardeio de bobagens, flores, bombons, textos edificantes de autoajuda, sugestões de presente. Para isso tem Natal, Dia das Mães, segundas, terças, quartas, quintas, sextas e fins de semana. Queremos respeito. Queremos ter orgulho de nós e de todas as nossas mulheres. Queremos a verdade. Começou. Vem de todos os lados. De um dia, ou melhor, de um mês para outro, a mulher entra na ordem do dia, quase mais que no Carnaval, quando o importante é ter peito e bunda, e sacudir os dois. Já recebi toda sorte de mensagens comerciais, estéticas e chatas sobre o Dia da Mulher, de gente achando e fazendo que é um dia igual a qualquer outro desses comerciais. Juro: recebi um e-mail que falava de uma promoção de viagem só para mulheres, para Las Vegas. Um trecho dizia algo parecido com isso : "O presente para a sua mulher que ela retribuirá na volta". O roteiro inclui idas aos cabeleireiros, shows de strippers, passeios de limusine, bebida. Só não deixou claro se vai ter comida. Mulher gosta de ser bem. Ou seja, o presente para a mulher é se ver livre dela por alguns dias. E, da parte dela, ganhar e saber o que o mundo livre pode lhe proporcionar longe dos olhos dos fiascos de seus maridos. Não vou ser a primeira, graças, a afirmar isso, mas preciso repetir. Mulher que é mulher sabe que é mais do que toda essa turba insiste em pechar. Mulher tem cabeça, não é bacalhau nem camarão, embora algumas estejam se vendendo por quilo. Mulher que é mulher sabe o quanto tudo é difícil e ainda - ainda, ainda,ainda! - tão cheio de preconceitos e proibições. Mulher que é mulher sabe ou pelo menos deveria saber que o Dia da Mulher é uma data política, que marca nossos primeiros gritos para o mundo: Quero votar! Quero dar! Quero ter prazer! Quero trabalhar! Eu posso, você também! Não se submeta! E sabe que é data para lembrar de continuar gritando, o que ainda faremos por muito tempo: Eu posso! Eu sei! Eu tenho que ganhar igual! Não sou prisioneira! Eu posso! Já estou até vendo as declarações de certas pessoas, mulheres, sim, mas mulheres a quem não foi dado o dom de perceber isso fora de vontades e horários eleitorais, que fazem de tudo uma grande massa das massas pelas massas. Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é vestir a capa e o gestual da rudez masculina. A mulher não é mais mulher ou mais legal porque trabalha hoje como caminhoneira, lixeira, porque pula de paraquedas, porque manda e desmanda, o cacete a quatro, ou porque pode ser ministra, presidente, chanceler ou ditadora. Chega de espanto. Isso é normal. Mulher é gente, na geral. E o que gente faz a mulher pode fazer. Só que antes não deixavam a gente fazer algumas dessas coisas, nem quando precisávamos. Quem não sabia que era assim é que fica espantado hoje em ver as "rachas", "rachadas" - entre outros apelidos tão carinhosos como porcos espinhos- em cima de ondas altas, no topo das montanhas, manipulando células, mandando ver. A mulher precisou. Sair para trabalhar, criar, pintar e bordar, além de cozinhar. Ter o filho que queria, sem vir junto o penduricalho que o inocula. A mulher quis ser ouvida com sua linguagem e visão particular, mostrar sua cara ao mundo. Cara que fica na cabeça, que pensa, antes de ser bonita ou feia.Sem essa de Marte e Vênus. Somos todos terráqueos. Apenas alguns bem mais atrasados que outros, que ainda jogam pedra, mutilam clitóris, e impõem véus e suplícios. Como os muitos brasileiros que ainda subjugam meninas-crianças, que matam e envenenam, que roubam a estima e a confiança das que encontram pelo caminho, e agora na internet. Somos diferentes, sim. Não há dúvida. Nem melhores ou piores. Diferentes, de uma diferença que deve ser aproveitada, expandida, comemorada. Vemos as cores e a vida de forma diversa e mais rica. A força que não temos pode aparecer do nada quando precisamos, mais ainda se for para defender o que e quem for nosso. Ainda não tomamos Viagra ou similares. Uma música, um toque, uma poesia, nos eleva, de graça. Sofremos,choramos, batemos os pés, mexemos as mãos e jogamos os cabelos como só nós sabemos. Que nos desculpem os travestis e etc. Mas igual, igual que nem, não dá para ser. Nem com a operação de corte e "embutimento". Nosso andar é rebolado, nosso pescoço mais fino, nosso cheiro é atraente, nossas roupas, sapatos e bolsas mais legais. Uma calcinha, por mais barata que seja, é mais legal do que uma cueca. Nossa voz pode ser fina. Mas sabe engrossar. Nossas mãos podem ter calos, mas as unhas estarão pintadas. E, mesmo que curtas, podem fazer um estrago. Do nosso peito sai leite. Vertemos sangue. Somos a vida. Mas a violência ainda nos oprime. São Paulo, marcadas pelo dia 8 março de 1857, quando muitas ficaram no chão de uma fábrica, e somente reconhecidas em 1975. • Marli Gonçalves, jornalista. Feminista desde criancinha. Autora: Marli Gonçalves |
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Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicar a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias, que pelas suas 16 horas recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo. 8
DE MARÇO Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher. MARCOS DE UM PERCURSO 1691 - Estados Unidos - As mulheres votam no Estado do Massachusetts. Perdem este direito em 1789. 1788 - França - Condorcet, filósofo e homem político francês, reclama para as mulheres o direito à educação, à participação na vida política e ao acesso ao emprego. 1792 - Reino Unido - Mary Wollstpnecraft pioneira da ação feminista, publica uma vindita das Mulheres. 1822 - Primeira Constituição Liberal. Tanto esta Constituição como as seguintes afirmam que a lei é igual para todos, sem referência especial às mulheres. 1840 - Estados Unidos - Lucrécia Mott lança as bases de Equal Rights Association pedindo a igualdade de direitos para as mulheres e para os negros. 1857 - Estados Unidos - No dia 8 de Março, em Nova Iorque, greve das operárias têxteis para obter a igualdade de salários e a redução das horas de trabalho, para 10 horas por dia. 1859 - Rússia - Aparecimento de um movimento feminino em St. Petersburgo para a emancipação da mulher. 1862 - Suécia - As mulheres votam nas eleições municipais. 1865 - Alemanha - Louise Otto funda a Associação Geral das Mulheres Alemãs. 1866 - Reino Unido - John Stuart Mill, filósofo e economista inglês, reclama o direito de voto para as mulheres. 1868 - Reino Unido - Criação da Sociedade Nacional para o Sufrágio Feminino. 1869 - Estados Unidos - Nascimento da Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres. O estado de Wyoming concede o direito de voto às mulheres para atingir o número de eleitores necessário para entrar na União. 1870 - França e Suécia - As mulheres têm acesso aos estudos médicos. - Turquia - Inauguração de uma Escola Normal destinada a formar professoras para as escolas primárias e secundárias para mulheres. 1874 - Japão - Abertura da primeira Escola Normal para mulheres. 1878 - Rússia - Abertura da primeira Universidade feminina em St. Petersburgo. 1882 - Estados Unidos - Susan B. Anthony funda o Conselho Nacional de Mulheres, tendo como patrono Victor Hugo; o célebre escritor era então um dos chefes do Partido Republicano. 1893 - Nova Zelândia - Concedido o direito de voto às mulheres. 1901 - França - O deputado socialista René Viviani, sustenta pela primeira vez um debate sobre o direito de voto das mulheres. DIA DA MULHER Certa vez, um pobre Homem saiu sem rumo à procura do amor. Andando pelo deserto, sedento, num sol escaldante lhe veio uma alucinação. Água. Era uma miragem. Caminhando moribundo, ergueu as mãos aos céus e clamou pelo seu Deus: - Onde estás que me abandonastes. Tenho sede, fome... Alucinações... Preciso de ajuda. E Deus lhe concedeu águas cristalinas pra matar a sua sede, vegetais em abundância mesmo no árido e uma suave brisa do mar para arejar sua alma. Entretanto, mesmo assim, o Homem não se contentou. Ainda lhe faltava algum afeto pra lhe confortar o coração. Alguém que pudesse lhe dar carinho, amor e compreensão. E assim, de um pedaço de seu corpo, Deus fez a Mulher. Um desenho lindo, de forma em corpo exuberante, de cheiro doce, olhar sereno e luz radiante que se confundia com o brilho das estrelas e o corpo da lua. O Homem assim se completou. Prosperou. Teve riquezas, glorificou ainda mais o seu Deus e descobriu verdadeiramente o que é o Amor. Dia 8 de março. Dia da Mulher. Autor: Antonio Auggusto João |
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