
TEXTOS NATALINOS
| MARIA BETHÂNIA CANTA ASSIS VALENTE TECENDO A MANHÃ NATAL
BRASILEIRO UMA
MENSAGEM DE NATAL INESQUECÍVEL SOZINHO NO NATAL CHEGUEI NATAL,
O AMOR PEDE MORADA SÓ AGRADECER AOS MEUS AMIGOS FESTA
MÁXIMA!
MAGIA DE NATAL PERDOA-NOS
DEUS! NATAL
E PAPAI NOEL NATAL
FELIZ... FELIZ NATAL PROCURA-SE UM PAPAI NOEL POR
QUE NÃO É NATAL TODO DIA? RUMORES
DO NATAL SENHOR O
QUE É NATAL NATAL
DE AMOR TEMPOS
DE CRIANÇA |
MARIA BETHÂNIA CANTA ASSIS VALENTE
Fonte: Youtube |
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Um galo sozinho não tece a manhã: De um que apanhe esse grito que ele E se encorpando em tela, entre todos, A manhã, toldo de um tecido tão aéreo Autor: João Cabral de Melo Neto Veja o vídeo Cara do Brasil Meus amigos, Às vezes me pergunto o que é o Natal, e o que é todo este alvoroço em torno da passagem de ano, simplesmente um traço no calendário. Nossa vida na realidade se renova a cada minuto, a cada sorriso que damos ou recebemos, a cada beijo e a cada gesto de carinho. Nossa vida se renova todo amanhecer, com (se você for uma pessoa de sorte para poder ter isto) o canto dos pássaros a nos acordar, pois, como diz Manoel de Barros, o dia amanheceu em pássaros. Nossa vida se renova a cada desaparecimento de um amigo ou de um conhecido, seja por morte ou opção, e a cada reencontro ou a cada primeiro encontro. Na continuidade da vida está a nossa própria continuidade infinitamente finita. Mas, por outro lado, nestas datas - Natal e Ano Novo - do alvoroço, as pessoas se entregam a rituais que, embora em muitos casos sejam deturpados pela mídia e pela voracidade comercial, trazem sorrisos, abraços, beijos e carinhos. Estes, meus amigos, espero que não faltem, não importa as circunstâncias, não apenas no ano calendário novo, mas em todos os nossos amanheceres. Que os dias sejam pontuados pelos amanheceres em pássaros, e a alegria esteja presente em todos os nossos momentos. |
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Eu,
deste ano em diante, Em
vez de Papai Noel Todos
tomando tiquira, Na
mesa vai ter à vontade E
também será servido A
garganta vai estar rouca Em
vez de trenó e neve Quero
que a minha gente |
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UMA MENSAGEM DE NATAL INESQUECÍVEL Essa musiquinha é de um comercial natalino, do extinto Banco Nacional. É uma preciosidade! Não deixe de assistir. Enviado por: Spartaco Massa / Laura Lellis |
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Escuto na casa ao lado Procuro dormir, já sonolento. Pergunto ao inesperado visitante Curioso, achei interessante. Não, respondeu-me com bondade. Na casa ao lado, todos comemoram Acordo de súbito assustado, Autor: Ary Franco |
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“Uma Mensagem de Natal” Oi
gente. Estou de volta. FELIZ
NATAL E PROSPERO ANO NOVO |
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"Eu lhes dou um novo mandamento: Passaram-se dois milênios... A ciência e a tecnologia descortinaram horizontes ilimitados. A humanidade deveria estar em paz! Mas não está. Confusas, as pessoas não encontram uma forma de como ser gente no mundo das máquinas. Apesar do conforto e das comodidades, vivemos uma grande solidão. Esquecemos o Mandamento do Amor! E, assim, vivemos a solidão do desamor. O Amor é gratuito. Amamos porque amamos. Simples! Achamos difícil, senão impossível, amar como Jesus nos ama. Esquecemos que Jesus se fez homem, habitou entre nós, viveu como nós, para que soubéssemos, com o seu exemplo, que é possível amar, ainda que estando na condição humana, e que é através do amor a única maneira de ser feliz! Um Feliz Natal de Amor para todos nós! Autora: Lêda Mello |
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Não tenho mais nada a pedir para o Papai do Céu... Todos os anos no Natal em minha oração... Amigo (a) foi muito bom lhe conhecer. Feliz Natal com muita paz e humanidade. Autora: Ruthy Neves |
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Neste momento em que todos estão Um Natal de muita luz e amor! Autora: Regina Bertoccelli |
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Que
o Natal de cada um seja espetacular! Autora: Mírian Warttusch |
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É Natal outra vez. Cristo nasceu!... Pequenino e frágil O Rei do Universo, Autora: Laura Lellis |
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Comemos,
bebemos, brindamos, cantamos, trocamos presentes, Entramos pela noite adentro festejando, sem uma prece sequer O Natal está cada vez mais distante do sentimento que ele requer. Deturpamos o sagrado significado desta data maior da Cristandade Transformando-o em trocas de bens materiais, beijinhos e abraços. Num canto, um presépio armado, uma árvore falsa piscando claridade. Risos, folguedos, algazarras e muitos espalhafatosos estardalhaços. Ninguém se lembra de entoar um “parabéns pra você nesta data querida”… Mas isso não faz muita diferença, pois Vós destes a Vosso filho eterna vida. Reverenciamos um velhinho, vestido com uma roupa vermelha e branca. É ele o mais importante da festa. Papai Noel, adorado por toda criança. Quanta euforia desperdiçada, desvirtuada de Vosso querido filho Jesus. A humanidade parece já ter se esquecido do seu sacrifício na santa cruz. De joelhos, peço o Vosso perdão. Não temos intenção de cometer algum mal. Apenas,
através de gerações, fomos desaprendendo o significado
do Natal. |
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No
aniversário do Jesus Menino, |
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Quando vai se aproximando o Natal Natal é um dia de muita alegria, Gente triste e sem nenhuma esperança Isso sim, seria um Natal de verdade: Se assim fosse, seria um feliz Natal; Autora: Maria Tomasia |
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Ao te desejar um Feliz Natal e Próspero Ano Novo quero muito mais do que expressar uma frase de efeito já conhecida. Assim: FELIZ, quer dizer muitas realizações pessoais e profissionais para você todos os dias! NATAL, é comemorar um nascimento dentro de você, de um ser humano, mais humano, de uma pessoa renovada mas, amadurecida; determinada; corajosa; motivada todos os dias. PROSPERO, é simplesmente o desejo, que você consiga realizar um sonho seu, não importa o tamanho desse sonho. Importa que você o realize. ANO NOVO, não só um novo calendário, uma nova agenda, mas uma renovação em seus propósitos. Na sua determinação de vencer. Que seus pensamentos não sejam apenas positivos, mas que te levem á ações positivas. Muita Paz, Saúde, Prosperidade, Sucesso, Amizade, Solidariedade, Esperança, Amor! Texto reduzido: Sigmar Sabin |
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Que
propósitos vamos reafirmar neste Natal que
se aproxima? Natal,
das lágrimas e dos sorrisos, dos abraços, da fraternidade; Neste
Natal, dê uma chance a Jesus, convide-o
para sua festiva e alegre comemoração natalina. Nós somos apenas as alegorias dos momentos, imantados pelo calor das juras, pelos sorrisos sorrateiros! Pelos jantares e bebedeiras. E se o Natal esquentasse nossos corações o ano inteiro com seu calor, num só desejo uníssono de Paz! De Bem, de Solidariedade, de Amor ao próximo? Do extermínio das guerras, das maldades! Contra nossa indiferença para com Deus Pai nosso! Não
seria maravilhoso? E que seus sonhos nadem sobre um mar de ESPERANÇAS! Autor: Rivaldo Cavalcante |
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Quando
você ouvir rumores do Natal, A
vantagem de se fazer essa análise antes do pisca-pisca do Natal, Autor: Paulo Roberto Gaefke |
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Neste
ano que se inicia, abra os meus olhos, os meus ouvidos, os meus sentidos Autor: Não mencionado |
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Eu, menino, sentado na calçada, sob um sol escaldante, observava a movimentação das pessoas em volta, e tentava compreender o que estava acontecendo. Que é o Natal? Perguntava-me, em silêncio. Eu,
menino, ouvira falar que aquele era o dia em que Papai Noel, em seu
trenó puxado por renas, cruzava os céus distribuindo brinquedos
a todas as crianças. E eu, menino, imaginava que o Natal não deveria ser isso. Talvez fosse um dia especial, em que as pessoas abraçassem seus familiares e fossem mais amigas umas das outras. Ou talvez fosse o dia da fraternidade e do perdão. Mas então por que eu, sentado no meio-fio, não recebo sequer um sorriso? Perguntava-me, com tristeza. E por que a polícia trabalha no Natal? E eu, menino, entendia que não devia ser assim... Imaginava que talvez o Natal fosse um dia mágico porque as pessoas enchem as igrejas em busca de Deus. Mas por que, então, não saem de lá melhores do que entraram? Debatia-me, na ânsia de compreender essa ocasião diferente. Via risos, mas eram gargalhadas que escondiam tanta tristeza e ódio, tanta amargura e sofrimento... E eu, menino, mergulhado em tão profundas reflexões, vi aproximar-se um homem... Era um belo homem... Não era gordo nem magro, nem alto nem baixo, nem branco, nem preto, nem pardo, nem amarelo ou vermelho. Era apenas um homem com olhos cor de ternura e um sorriso em forma de carinho que, numa voz em tom de afago, saudou-me: Olá, menino! Oi!... respondi, meio tímido. E, com grande admiração, vi-o acomodar-se a meu lado, na calçada, sob o sol escaldante. Eu, menino, aceitei-o como amigo, num olhar. E atirei-lhe a pergunta que me inquietava e entristecia: Que é o Natal? Ele, sorrindo ainda mais, respondeu-me, sereno: Meu aniversário. Como
assim? Perguntei, percebendo que ele estava sozinho. E eu, menino, não compreendi. Você também faz parte da minha família... Acrescentou, aumentando a confusão na minha cabeça de menino. Não conheço você! eu disse. É porque nunca lhe falaram de mim. Mas eu o conheço. E o amo... Tremi de emoção com aquelas palavras, na minha fragilidade de menino. Você deve estar triste, comentei. Porque está sozinho, justo no dia do próprio aniversário... Neste momento, estou com você! Respondeu-me, com um sorriso. E conversamos...uma conversa de poucas palavras, muito silêncio, muitos olhares e um grande sentimento, naquela prece que fazia arder o coração e a própria alma. A noite chegou... E as primeiras estrelas surgiram no céu. E conversamos... Eu, menino, e ele. E ele me falava, e eu O entendia. E eu O sentia. E eu O amava... Eu, menino: sou as cordas. Ele: o artista. E entre nós dois se fez a melodia!... E eu, menino, sorri... Quando a madrugada chegou e, enquanto piscavam as luzes que iluminavam as casas, Ele se ergueu e eu adivinhei que era a despedida. E eu suspirava, de alma renovada. Abracei-O pela cintura, e lhe disse: Feliz aniversário! Ele ergueu-me no ar, com Seus braços fortes, tão fortes quanto a paz, e disse-me: Presenteie-me compartilhando este abraço com a minha família, que também é sua... Ame-os com respeito. Respeite-os com ternura, com carinho e amizade. E tenha um feliz Natal! E porque eu não queria vê-lo ir-se embora, saí correndo em disparada pela rua. Abandonei-O, levando-O para sempre no mais íntimo do coração... E saí em busca de braços que aceitassem os meus... E eu, menino, nunca mais O vi. Mas fiquei com a certeza de que Ele sempre está comigo, e não apenas nas noites de Natal... E eu, menino, sorri... pois agora eu sei que Ele é Jesus... E é por causa Dele que existe o Natal. Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita, |
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Estive meditando sobre o Natal. Interessante... Não consegui me fixar na imagem de uma doce criança adormecida, repousando sobre um leito de palha. Meditar sobre o Natal levou-me a Jesus trazendo-nos a Boa Nova. "Eu lhes dou um novo mandamento: Amem uns aos outros, assim como eu os amei." (Jo,13,34) Passaram-se dois milênios... A ciência e a tecnologia descortinaram horizontes ilimitados. A humanidade deveria estar em paz! Mas não está. Confusas, as pessoas não encontram uma forma de como ser gente no mundo das máquinas. Apesar do conforto e das comodidades, vivemos uma grande solidão. Esquecemos o Mandamento do Amor! E, assim, vivemos a solidão do desamor. O Amor é gratuito. Não se compra e nem se troca. O Amor requer profundidade. Não sobrevive na superfície. O Amor repousa na alma de onde transborda para o corpo e para o universo. O Amor tece laços com linhas de infinito. O Amor é nosso traço de união com Deus, através dos nossos companheiros de caminhada. Natal. O Amor pede permissão para nos entregar a Paz e a Felicidade que nos foram destinadas. Um Feliz Natal de Amor para todos nós! Autora: Lêda Yara |
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Como vão longe aqueles tempos de criança, e os natais costumeiramente eram aguardados com muita expectativa pelos menores. Posso afirmar, com toda convicção, que se a chegada dos natais emocionava às crianças, bem mais emocionava aos adultos. Os brinquedos que ganhávamos em geral eram bolas de pano, pandorgas de jornais velhos, saquinhos de cinco Maria e para as meninas eram bonecas de pano e moveizinhos de madeira. As bonecas de pano chegaram a gerar uma cultura, sendo exibidas até hoje em feiras, etc. Particularmente, meu grande sonho era uma bola de futebol de couro. Naqueles longos anos de criança, a gente era feliz e não sabia. Eu só queria aquela maravilhosa bola de couro que sempre pedi nos natais, nas páscoas e nos dias das crianças. Os natais iam passando e, em dezembro de 1944, chegou o tão almejado presente do Papai Noel: uma bola de couro, para eu apreender a jogar como os homens grandes. Era tudo o que eu queria: aquela maravilhosa bola de couro que sempre pedi. Para passarmos o dia 24 em Porto Alegre com nossos avós, íamos de vapor, por ser uma viagem mais rápida e menos desgastante. Lembro-me das chegadas no cais em Porto Alegre. A capital era linda de se ver, toda iluminada em propagandas, luzes cintilantes que enchiam os olhos das crianças. Era hábito deixarmos em casa os presentes ganho dos Pais, mas, naquele ano, havia um diferencial: era a minha bola de couro com a qual tanto sonhei. Ia com ela jogando dentro do camarote da embarcação, mesmo na orientação de meus Pais que recomendavam não jogar bola no camarote. De repente, “zupt”, lá foi ela, como um lance de um craque de basquete, pela janelinha do camarote para as correntes do rio Taquari. Eu fiquei inconformado, amaldiçoei aos céus, mas de nada adiantaria, senão conformar-me com o destino. Chega
a noite do dia 24, na casa de meus avós. O pinheirinho pronto
e três sacos de presente que Papai Noel havia deixado para os
netinhos do vovô Leopoldo e vovó Luiza. Ao procurar ver
os presentes, uma surpresa: em um dos sacos, estava uma bola de couro
igualzinha à dos jogadores. Autor: Ney Coelho dos Santos |
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Lika Dutra
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