DICAS DE SAÚDE

DR. LAIR RIBEIRO - O PODER FISIOLÓGICO DA ÁGUA

COMO ENVELHECER SEM FICAR VELHO

AZEITE CONTRA A OSTEOPOROSE

"VAMOS ESPERAR OS CADÁVERES PARA AGIR CONTRA O CELULAR?", QUESTIONA PESQUISADORA

BOMBA NA MEDICINA - COLESTEROL NÃO É MAIS PROBLEMA

CIRURGIÃO VASCULAR EXPLICA QUE O CHOCOLATE AMARGO DEVE SER CONSUMIDO COM MODERAÇÃO

TIPOS DE CHOCOLATE E DIETA

MAMOGRAFIA X TIREÓIDE - FIM DO TERRORISMO

A MAIORIA DOS REMÉDIOS PRA EMAGRECER NÃO FUNCIONA

O TRABALHO COMO FONTE DE DOENÇAS

RESSALVA
Não sou médica e, mesmo se fosse, não poderia dar uma resposta sem fazer uma consulta pessoal. Sugiro ainda que não aceitem consultas virtuais.
Um abração da "Velha Amiga",
Lou Micaldas


DR. LAIR RIBEIRO - O PODER FISIOLÓGICO DA ÁGUA

Fonte: Youtube
Enviado por: Léa Ferreira


COMO ENVELHECER SEM FICAR VELHO

Nota: Moysés Goldstein Paciornik faleceu em 26 de dezembro de 2008)

Ele completou 94 anos no dia 4 de outubro de 2008. E, ao contrário de muitos que chegam a esta idade, o médico ginecologista e obstetra Moysés Paciornik tinha muita disposição para viver, saúde que fazia inveja aos mais novos e muita, mas muita vontade de trabalhar. Isso mesmo, ele continuava batendo o cartão na Rua José Loureiro, no mesmo consultório onde começou a atender as pacientes.

Deixou de fazer partos e cirurgias aos 90 anos, mas ainda se dedicava à clínica. No currículo, já ajudou mais de 60 mil crianças a nascer. Ficou famoso em Curitiba e no mundo inteiro porque aprendeu a envelhecer sem ficar velho. Com esse tema publicou, em 2000, um livro que trata do envelhecimento e da geriatria. Era membro da Academia Paranaense de Letras e da Academia Brasileira de Médicos Escritores.

Em entrevista à Gazeta do Povo, Paciornik contou alguns dos segredos para quem quer chegar aos 100 anos de idade. Segundo ele, é preciso evitar os três pós brancos (açúcar, farinha e sal) e praticar exercícios regularmente. Com a palavra, o Dr. Cócoras. Quem desconhece o motivo desse apelido simpático, já vai entender o porquê.

Qual é a mensagem que o senhor pode passar às pessoas que desejam envelhecer com saúde?
Elas precisam aprender a comer corretamente e fazer exercícios. Na atualidade, esses dois assuntos são modernos e todo mundo sabe. Devemos evitar os três pós brancos: o açúcar, a farinha e o sal. Isso já vem sendo difundido há 40 anos. A questão é que muitas revistas falam hoje de como comer certo com conselhos mais ou menos complicados. Eu sou prático. Evite os pós brancos e a gordura animal. Mas vamos nos alimentar do quê? O que Deus colocou no mundo precisa ser comido, que é o que o índio da mata come. Na mata, ele não tem os pós brancos. Come verduras, frutas, carne magra resultado da caça, tudo à vontade.

E o senhor leva essa dieta a sério? Consegue evitar alimentos que fazem mal à saúde?
Gosto de chocolate, mas evito. De um modo geral, qualquer doce é gostoso, contudo tem de ser evitado. De vez em quando dá para comer uma sobremesa. Porém, eu procuro não comer qualquer tipo de bolo, pão, bolacha e macarrão - tudo o que tem açúcar e farinha. O sal deve ser usado moderadamente. Pela manhã, como duas qualidades de frutas e café com leite magro sem açúcar. No almoço e jantar é salada, carne magra (suína em geral não como, porque não gosto). Também incluo no cardápio arroz branco e feijão. Qualquer qualidade de peixe está liberada.

Com essas dicas, é certo concluir que somente as pessoas magras vão viver mais?
As magras estão menos sujeitas a uma série de doenças. Se não comem gordura animal, evitam o colesterol e os triglicerídios. Se retiram da alimentação o açúcar e a farinha, previnem a diabete. Sem o sal, a pessoa não vai estar propensa a ter hipertensão arterial.

Em relação aos exercícios físicos, ir à academia ou caminhar todos os dias é suficiente?
Ambos são uma boa alternativa para envelhecer, porque protegem o organismo. Mas aconselho subir e descer escadas. Isso porque é um exercício econômico, eficiente e não custa nada. Até os meus 90 anos subia e descia as escadas dos 19 andares do meu prédio duas vezes ao dia. Hoje só desço. Trabalho o corpo todo nessa atividade física, porque também pratico o "up and down" (em português, levantar e baixar), ou seja, fico de cócoras e depois levanto, esticando todo o meu corpo. Faço isso duas vezes em cada pavimento. O "up and down" é barato, não custa nada e pode ser feito em qualquer lugar. Não requer aparelhos e os resultados aparecem dentro de poucos dias. Uma vez fui aos Estados Unidos visitar o Empire State Building e subi, sem parar, os 120 pavimentos do edifício. Mas naquela época eu era mocinho, tinha 78 anos.

Quais os benefícios de ficar de cócoras ou fazer o "up and down" algumas vezes ao dia?
Na década de 70, compreendemos porque as índias caingangues não têm varizes, celulite e a pele do rosto é perfeita. Observamos também o porquê das índias da mata conservarem o canal genital em muito melhor estado do que as mulheres civilizadas. A primeira questão está relacionada ao parto de cócoras. No parto deitado, o canal vaginal se estreita cerca de 28%. Então, esse canal estreito é mais fácil de rasgar e machucar a mulher. Ele é um dos culpados. Porém, fomos ao Paraguai e descobrimos outra questão importante. Por que as índias da mata que moram nesse país fazem o parto deitado e não estão tão estragadas como as nossas? Naquela ocasião descobrimos que isto tambémdeve-se ao fato de as índias não usarem cadeira. Eis a chave de todo o problema.

A cadeira é prejudicial à saúde?
Tem uma lei de medicina que explica que todo órgão em repouso prolongado enfraquece. Sentado na cadeira, o corpo inteiro - da cabeça aos pés - está em repouso. Então tudo fica fraco e as conseqüências são varizes, celulites, dores na coluna, problemas com prisão de ventre. De cada 100 civilizados, 80 têm ou terão dor na coluna.

E o que as pessoas que trabalham o dia todo sentadas devem fazer?
A cada uma ou duas horas é preciso parar para fazer o "up and down". O ideal é que se pratique até cem vezes o ato de levantar e baixar. Já no sofá, na hora de assistir televisão, as pessoas devem ficar em posição de ioga, com as pernas cruzadas como os índios. Isso porque o sangue espremido é bombado para a cabeça e o cérebro recebendo mais sangue funciona melhor. É uma boa dica para quem está estudando e para quem quer evitar a celulite.

Nota: Moysés Goldstein Paciornik nasceu em 4 de outubro de 1914
e faleceu em 26 de dezembro de 2008.
A nota de falecimento foi enviada por: Jose Carlos Gonzalez

Texto
enviado por: Anne Marie Cazemajou


AZEITE CONTRA A OSTEOPOROSE

Guarde bem este nome: oleuropeína. A substância, encontrada no azeite de oliva extravirgem, é a nova arma da nutrição para evitar e combater a osteoporose, doença que acelera a perda de massa óssea.

O cálcio que se cuide, porque seu posto solitário de melhor companheiro do esqueleto anda ameaçado. Calma, o mineral não vai perder seu lugar de destaque como protetor dos ossos — muito longe disso. A questão é que a ciência descobre fortes concorrentes para dividir com ele essa prestigiada posição. É o caso da oleuropeína, presente no azeite de oliva. Um estudo da Universidade de Córdoba, na Espanha, revela que esse tipo de polifenol aumenta a quantidade de osteoblastos, células que fabricam osso novinho em folha. Consumi-la , portanto, traria imensas vantagens para manter o arcabouço do corpo em pé ao longo da vida.

“O tecido ósseo é dinâmico, destruído e construído constantemente”, explica o geriatra Rodrigo Buksman, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, em Brasília. Os osteoblastos ajudam justamente a realizar a reconstrução. É como se fossem a massa corrida colocada na parede para tapar os furos que aparecem com o tempo. Sem essas células, os buracos ficam maiores, os ossos se enfraquecem e cresce o risco de fraturas. O envelhecimento e a menopausa provocam uma queda na concentração de osteoblastos no organismo. Daí a importância da reposição desses construtores, que recebem um belo reforço com a inclusão do azeite de oliva extravirgem no dia a dia, a melhor fonte de oleuropeína.

“Aos 30 anos nosso corpo atinge a quantidade máxima de massa óssea e, a partir daí, começa a perdê-la”, nota o ortopedista Gerson Bauer, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Por isso é que se diz que a prevenção da osteoporose se inicia muito antes da maturidade. “Essa doença se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea, o que torna os ossos mais frágeis e propensos às fraturas”, arremata a nutricionista Clarisse Zanette, mestre em ciências médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Com o azeite, no mínimo, esse processo destrutivo demora mais tempo para ocorrer.

E, se alguém quiser substituir sua fonte de oleuropeína de vez em quando, saiba que existe mais uma opção.
“A substância também é fornecida pela azeitona, de onde o óleo é extraído”, diz Clarisse.

Não são apenas os ossos que se deliciam quando saboreamos um prato regado a azeite. O coração também se beneficia, porque suas veias e artérias ficam livres de entraves. “A gordura monoinsaturada, principal constituinte do óleo, interfere nos receptores do fígado que captam o colesterol circulante”, explica o cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo. “Assim, há uma redução nas taxas da sua versão ruim, bem como de sua quantidade total.” Já os compostos fenólicos do azeite diminuem a oxidação do colesterol, processo crucial para a formação das placas que obstruem as artérias e causam as doenças cardiovasculares.

“Esse poder se deve à sua intensa atividade antioxidante”, justifica a cardiologista Paula Spirito, do Hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro. “Esses compostos impedem que os radicais livres — moléculas que provocam danos às células — oxidem o colesterol e contribuam com o aparecimento de placas nos vasos.
” A circunferência abdominal é outra que agradece o consumo do azeite. É que o alimento ajuda a evitar a inflamação de uma área do cérebro chamada hipotálamo. A inflamação é provocada por dietas ricas em gorduras saturadas, presentes nas carnes e nos produtos de origem animal.

Como o hipotálamo é o órgão responsável pelo controle da fome e do gasto energético, não é um exagero dizer que o óleo de oliva auxilia a manter a harmonia na massa cinzenta e, assim, a afastar os quilos a mais. Além disso, ele acelera a produção de um hormônio chamado GLP 1, que age no cérebro aumentando a
saciedade e reduzindo o apetite.

A oleuropeína — voltamos a falar dela — tem participação no pelotão antiinflamatório. “Esse polifenol tem propriedades antioxidantes significativas, inibe a agregação de plaquetas e reduz a formação de moléculas inflamatórias em todo o corpo”, afirma a nutricionista Mércia Mattos, da Faculdade de Medicina de Marília, no interior paulista. Tantas propriedades se refletiriam em um menor risco de uma porção de males, entre eles infartos e derrames. Por falar em proteção, vale destacar, ainda, que esse antioxidante também resguarda as mitocôndrias, estruturas dentro das células responsáveis pela obtenção de energia — dessa forma, fica mais difícil uma célula se aposentar antes da hora.

Quando regamos o prato com azeite extravirgem, porém, não ganhamos apenas boas doses de oleuropeína. O tempero é uma ótima fonte de vitamina E. “Esse nutriente retarda o envelhecimento das células, diminuindo o risco de tumores e doenças do coração”, aponta a nutricionista Soraia Abuchaim, do Conselho Regional de Nutricionistas do Rio Grande do Sul. O melhor é que, para desfrutar de tudo isso, bastam 2 colheres por dia. Mas tem que ser do tipo extravirgem, que concentra maiores teores da substância. De preferência, use-o em saladas e ao finalizar pratos quentes — o azeite não gosta de calor e, se for lançado ao fogo, perde grande parte de suas qualidades.
E só o sabor, nesse caso, não basta, certo?

Dra. Maria Dora Ruiz Temoche
Enviado por: Yolanda Barros


"VAMOS ESPERAR OS CADÁVERES PARA AGIR CONTRA O CELULAR?", QUESTIONA PESQUISADORA

A epidemiologista Devra Davis lidera uma cruzada para fazer as pessoas deixarem o celular longe de suas cabeças. Convencida de que a radiação emitida pelo aparelho lesa a saúde, ela escreveu "Disconnect" (sem edição no Brasil), cuja base são pesquisas que começam a mostrar os efeitos dessa radiação no organismo. Nesta entrevista, ela também perguntou: "Vamos esperar as mortes começarem antes de mudar a relação com o celular?".

Folha - Quais os riscos para a saúde de quem usa celular?
Devra Davis -
Se você segurá-lo perto da cabeça ou do corpo, há muitos riscos de danos. Todos os celulares têm alertas sobre isso. As fabricantes sabem que não é seguro. Os limites [de radiação] definidos pelo FCC [que controla as comunicações nos EUA] são excedidos se você deixa o celular no bolso.

Quais os riscos, exatamente?
O risco de câncer é muito real, e as provas disso vão se avolumar se as pessoas não mudarem a maneira como usam os telefones. Trabalhei nas pesquisas sobre fumo passivo e amianto. Fiquei horrorizada ao perceber que só tomamos atitude depois de provas incontestáveis de que danificavam a saúde.
Reconheço que não temos provas conclusivas nesse momento. Escrevi o livro na esperança de que meu status como cientista tenha peso, e as pessoas entendam que há ameaça grave à saúde e podemos fazer algo a respeito.

Mas há estudo em humanos que dê provas categóricas?
Quando você diz "provas", você quer dizer cadáveres? Você acha que só devemos agir quando já tivermos prova? Terei que discordar. Hoje temos uma epidemia mundial de doenças ligadas ao fumo. O Brasil também tem uma epidemia de doenças relacionadas ao amianto. Só recentemente vocês agiram para controlar o amianto no Brasil, apesar de ele ainda ser usado. Ninguém vai dizer que nós esperamos o tempo certo para agir contra o tabaco ou o amianto. Estou colocando minha reputação científica em risco, dizendo: temos evidências fortes em pesquisas feitas em laboratório mostrando que essa radiação danifica células vivas.

Qual a maior evidência disso?
A radiação enfraquece o esperma. Sabemos por pesquisas com humanos. As amostras de esperma foram dividas ao meio. Uma metade foi mantida sozinha, morrendo naturalmente. A outra foi exposta a radiação de celulares e morreu três vezes mais rápido. Homens que usam celulares por quatro horas ao dia têm a metade da contagem de esperma em relação aos demais.

Crianças correm mais perigo?
O crânio das crianças é mais fino, seus cérebros estão se desenvolvendo. A radiação do celular penetra duas vezes mais. E a medula óssea de uma criança absorve dez vezes mais radiação das micro-ondas do celular. É uma bomba-relógio. A França tornou ilegal vender celular voltado às crianças. Nos EUA, temos comerciais encorajando celular para crianças. É terrível. Fico horrorizada com a tendência de as pessoas darem celulares para bebês e crianças brincarem. Sabemos que pode haver um vício no estímulo causado pela radiação de micro-ondas. Ela estimula receptores de opioides no cérebro.

Jovens usam muitos gadgets que emitem radiação.
Sim, e eles não estão a par dos alertas que vêm com esses aparelhos. Não é para manter um notebook ligado perto do corpo. As empresas colocam os avisos em letras miúdas para reduzir sua responsabilidade quando as pessoas ficarem doentes.

É possível comparar a radiação de celular à fumaça?
Sim. O tabaco é um risco maior. Mas nunca tivemos 100% da população fumando. Agora, temos 100% das pessoas usando celular. Então, ainda que o risco relativo não seja tão grande, o impacto pode ser devastador.

Nos maços de cigarro, há aquelas fotos horríveis. Esse é o caminho para o celular?
Isso é o que foi proposto no Estado do Maine (EUA). Está se formando um grande movimento para alertar as pessoas a respeito dos celulares. Isso é o que aconteceu com o fumo passivo. Vamos começar a ver limites para a maneira e os locais onde as pessoas usam celular. A maioria não sabe que, se você está tentado conversar num celular em um elevador, a radiação está rebatendo nas paredes e fica mais intensa em você e em quem estiver perto.

Além de usar fones, o que é possível fazer para prevenir?
Enviar mensagens de texto é mais seguro do que falar. Ficar com o celular nas mãos, longe do corpo, é bom, e mantê-lo desligado também.

Mas celular é um vício!
Sim. Temos que usá-lo de forma mais inteligente.

Fonte: Folha de São Paulo
www1.folha.uol.com.br
Débora Mismetti
Editora assistente de saúde
Enviado por:
Nilce de Oliveira Tacuchian


BOMBA NA MEDICINA - COLESTEROL NÃO É MAIS PROBLEMA

Colesterol não é o inimigo que você foi induzido a crer!
Cirurgião Cardíaco admite enorme erro!
Nós os médicos com todos os nossos treinamentos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornarmos difícil admitir que estamos errados. Então, aqui está.
Admito estar errado...

Como um cirurgião com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é meu dia para reparar o erro de médicos com este fato científico. Eu treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados como "formadores de opinião."
Bombardeado com a literatura científica, sempre participando de seminários de educação, formuladores de opinião que insistiam que doença cardíaca resulta do fato simples dos elevados níveis de colesterol no sangue.

A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringido a ingestão de gordura. Este último é claro que insistiu que baixar o colesterol e doenças cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos.

Ela não está funcionando! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta, há alguns anos que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratados.

As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo ter criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas.

Apesar do fato de que 25% da população tomar caros medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais americanos vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca. Estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão a afetar pessoas cada vez mais jovens em maior número a cada ano.

Simplesmente dito, sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina.
É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.

A inflamação não é complicada - é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactéria ou vírus.
O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.

Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao Corpo?
Bem, talvez os fumantes, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente.
O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poli-insaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.

Deixe-me repetir isso. A lesão e inflamação crônica em nossos vasos sanguíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura recomendada por anos pela medicina convencional.

Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados (açúcar, farinha e todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ômega-6 (vegetais como soja, milho e girassol) que são encontrados em muitos alimentos processados.

Imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelho e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por cinco anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflama tório que pode estar acontecendo em seu corpo agora.

Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma. Eu olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Na artéria doente parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação.

Enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra. Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados com óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras foram a base da dieta americana durante seis décadas. Estes alimentos foram lentamente envenenando a todos.

Como é que um simples bolinho doce cria uma cascata de inflamação fazendo-oadoecer?
Imagine derramar melado no seu teclado, ai você tem uma visão do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho. Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina e a glicose se converte em gordura armazenada.

O que tudo isso tem a ver com a inflamação? O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. 
Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.

Mesmo que você não seja capaz de ver, tenha certeza que está acontecendo. Eu vi em mais de 5.000 pacientes que operei nos meus 25 anos que compartilhavam um denominador comum - inflamação em suas artérias.

Voltemos ao pão doce. Esse gostoso com aparência inocente não só contém açúcares como também é cozido em um dos muitos óleos omega-6 como o de soja. Batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados são fabricados com óleos omega-6 para alongar a vida útil. Enquanto ômega-6 é essencial - e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula - deve estar em equilíbrio correto com o ômega-3.
Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citocinas, que causam inflamação. Atualmente a dieta costumeira do americano tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras(ômega-3 e ômega-6). A relação de faixas de desequilíbrio varia de 15:1 para tão alto quanto 30:1 em favor do ômega-6. Isso é uma tremenda quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos atuais uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.

Para piorar a situação, o excesso de peso que você carrega por comer esses alimentos, cria sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. 

O processo que começou com um bolo doce se transforma em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão rterial alta, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável. Não há como escapar do fato de que quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados com açúcares e embebido em óleos omega-6.

Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação, é voltar aos alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais roteínas. Escolha carboidratos muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras omega-6 causadoras de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados que são feitas a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6, de soja contém 6.940 mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com capim.
As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poli-insaturados rotulados como supostamente saudáveis.

Esqueça a "ciência" que tem sido martelada em sua cabeça durante décadas. A ciência que a gordura saturada por si só causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como sabemos agora que o colesterol não é a causa de doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.
A teoria do colesterol levou à nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação.

A medicina tradicional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6. 
Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.
O que você pode fazer é escolher alimentos integrais que sua avó servia (frutas, verduras, cereais, manteiga, banha de porco) e não aqueles que sua mãe encontrou nos corredores de supermercado cheios de alimentos industrializados. Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo causados pelo consumo da dieta típica americana.
O ideal é voltarmos aos alimentos naturais e muito trabalho físico (exercícios)

Autor: Dr. Lundell Dwight, MD

 Nota: Dr. Dwight Lundell é ex-Chefe de Gabinete e Chefe de
Cirurgia no Hospital do Coração Banner, Mesa, Arizona. Sua prática
privada, Cardíaca Care Center foi em Mesa, Arizona. Recentemente, Dr.
Lundell deixou a cirurgia para se concentrar no tratamento nutricional
de doenças cardíacas. Ele é o fundador da Fundação Saúde dos Humanos,
que promove a saúde humana com foco na ajuda às grandes corporações
promover o bem estar. Ele é o autor de "A Cura para a Doença Cardíaca
e A Grande Mentira do Colesterol".


Cirurgião Vascular explica que o chocolate amargo deve ser consumido com moderação

O chocolate é tão saboroso que é impossível resistir à tentação, porém muitas polêmicas geram em torno desse alimento considerado vilão, de que o chocolate possui muita gordura e calorias. Especialistas afirmam que o consumo exagerado do chocolate faz mal à saúde, principalmente as versões ao leite e branco, que possuem alto teor energético (calorias). Estes chocolates contêm grande quantidade de gordura saturada, sendo prejudiciais à saúde por poderem causar entupimento das artérias e acarretar doenças vasculares, além do aumento de peso.

Mas, para os amantes dessa delícia nem tudo está perdido. A boa notícia é que vários estudos científicos têm mostrado que o cacau faz bem para o sistema circulatório, assim como o chocolate amargo, que é rico em flavonóides (ácido gálico e epicatecnina), que são antioxidantes, combatem os radicais livres.

O principal efeito registrado nos estudos até agora, é sobre o sistema vascular. A ingestão de chocolate amargo reduziu a pressão arterial, melhorou o fluxo sanguíneo das artérias, reduziu colesterol total e o LDL (“colesterol ruim”) e reduziu arteriosclerose. Todos estes desfechos contribuem para uma redução do risco de doença cardíaca e de acidente vascular cerebral (derrame, AVC) e ainda, ajudou a prevenir o diabete do tipo 2.

O Dr. José João Lopes, angiologista e cirurgião vascular, explica que apesar do chocolate ser um alimento nutritivo também é rico em gorduras e deve ser consumido com moderação. “De acordo com vários estudos, o chocolate amargo é amigo do sistema vascular, mas as pessoas devem limitar o consumo entre 30 e 45 gramas por dia, porque os alimentos gordurosos, além de aumentarem os níveis de colesterol ruim, o LDL, também diminuem a taxa de colesterol bom, o HDL. E isso significa elevar o risco de arteriosclerose, infarto e acidente vascular cerebral”, afirma.

O chocolate amargo também reduz a inflamação, e tem efeito anti-troboembólico similar ao efeito da aspirina, reduz a agregação de plaquetas, impedindo a obstrução dos vasos, tem propriedade anticancerígena e é um excelente estimulante cerebral.

O bom do chocolate amargo é que ele possui na sua mistura até 70% dos derivados do cacau (altas concentrações de flavonóides, apresentando o dobro da capacidade antioxidante do chocolate ao leite), não contém leite e possui uma menor quantidade de açúcar.

O cirurgião vascular alerta que o colesterol alto também é um inimigo da saúde. Por isso, o consumo de chocolate não deve ser exagerado. Os vilões do colesterol são os hábitos pouco saudáveis na alimentação. E o grande problema é quando ele circula em excesso pelo organismo e acaba estacionando nas paredes das artérias, causando a formação de placas que acabam obstruindo-as, contribuindo para o surgimento da Arteriosclerose. “Muitos fatores podem contribuir para o aumento do colesterol, como tendências genéticas ou hereditárias, obesidade e atividade física reduzida, porém um dos fatores mais comuns é a dieta”, diz Dr. José João.

Dentre tantos benefícios, o chocolate tem substâncias capazes de ativar a serotonina, neurotransmissor responsável pelo humor e sensações de bem estar e prazer. Mas, o controle é importante para não confundir o organismo e poder deliciar cada pedaço do chocolate, sem ter problemas com uma dieta rigorosa depois.

Dr. José João Lopes
Angiologista e Cirurgião Vascular


TIPOS DE CHOCOLATE E DIETA

A Páscoa está chegando, estão chegando também as reuniões familiares com almoços cheios de delícias e com os ovos de chocolate... ah, os ovos de chocolate. Aí você quer perder peso e se pergunta como fazer isso em meio a tantas tentações.

Pois, saiba que é possível começar e manter uma dieta mesmo na Páscoa. Saber escolher bem o que comer é a primeira etapa. Mas, além de saber o quanto comer, você precisa saber o que está comendo. Saber se o alimento está te ajudando a manter uma dieta saudável é muito importante.

Veja as diferenças entre os tipos de chocolate

Chocolate ao leite - Produzido a partir da pasta de cacau, contém açúcar, leite, leite em pó ou leite condensado.

 

Chocolate amargo - Preparado com cacau, havendo pouca adição de açúcar, podendo conter leite ou não.

Chocolate meio amargo - Apresenta maior quantidade de açúcar em relação ao chocolate amargo.

 

Chocolate branco - Produzido a partir da manteiga, tendo mais gorduras que os outros tipos de chocolate.

Chocolate sem açúcar, light ou diet - Não contém açúcar por isso essa denominação. Deve ser consumido por diabéticos e evitado por quem quer reduzir a quantidade de calorias na dieta.

 

Pra que você evite exageros e a consciência pesada, siga algumas
dicas preciosas:

1 - Prefira ovos de Páscoa pequenos, ou então opte pelas barras de chocolate que são menores, mais baratas e têm o mesmo sabor dos ovos.

2 - Avise amigos e familiares que você está fazendo dieta e que muitos chocolates ou doces em geral não são assim tão boa ideia de presente.

3 - Se ganhar muitos ovos, divida ou distribua. Você ganha pontos com amigos e parentes e guarda pontos preciosos na sua dieta.

4 - No tradicional almoço de Páscoa abuse das saladas antes de partir pra cima do prato principal. Assim você se sente satisfeito e precisará de menos pontos pra isso.

5 - O azeite parece inofensivo, mas se consumido em grande quantidade soma muitos pontos e gorduras ao menu.

Fonte: Dieta e Saúde
Enviado por: Marlene Guimarães


MAMOGRAFIA X TIREÓIDE - FIM DO TERRORISMO

O site "Velhos Amigos" alerta para a farsa: o e-mail com o título supracitado circula pela Internet deste 2010, com diversas datas e algumas contradições.

A seguir, você encontrará matérias sérias que o desmentem com fundamentos científicos!

MAMOGRAFIA X TIREOIDE

"Mulheres - atenção!
Homens - repassem para esposas, mães, namoradas, amigas, irmãs...

Um médico, que se apresentou em um programa na televisão israelense, disse que é cada vez mais comum o número de mulheres que sofrem de câncer de tireoide. E observou que, talvez, isso seja devido ao uso de raios-X em Mamografia..."

Ele explicou que um manto, para cobrir e proteger o pescoço deve ser fornecido para fazer esse tipo de exame. Esse manto de proteção pode ser colocado sobre a área da tireoide, no caso da Mamografia.

E muitos não levam isso em conta!

A pessoa que escreveu esse e-mail foi fazer esse exame de Mamografia e, encorajada, solicitou o manto de proteção.

Perguntou para a enfermeira porque nunca colocam essa proteção nas pacientes e ela respondeu:

- Não sei. As mulheres devem solicitá-lo!

Então, solicitem! Em qualquer radiografia que você vá fazer.

É um direito que temos e que não conhecemos, e que as clínicas não cumprem.

LEIA OS COMENTÁRIOS QUE DESMENTEM O ALERTA:

AMERICANOS PREOCUPADOS COM O DESENVOLVIMENTO DE CÂNCER DE TIREÓIDE MAMOGRAFIA

Alguns americanos expressaram preocupação, devido a um relatório de mídia errada, que a pequena quantidade de radiação um paciente recebe a partir de uma mamografia pode aumentar significativamente a probabilidade de câncer de tireóide em desenvolvimento. Esta preocupação não é simplesmente apoiada na literatura científica.

A dose de radiação para a tireóide de uma mamografia é extremamente baixo. A tireóide não está exposta ao feixe de raios-X direto utilizado para a imagem da mama e recebe apenas uma pequena quantidade de raios-X dispersos (menos de 0,005 miligray). Isto é equivalente a apenas 30 minutos de radiação natural recebida por todos os americanos a partir de fontes naturais.

Para mamografia anual a partir de idades 40-80, o risco de câncer a partir desta pequena quantidade de radiação espalhada para a tireóide é incrivelmente pequeno (menos de 1 em 17.100 mil mulheres rastreadas). Este risco diminuto deve ser equilibrado com o fato de que o uso de protetor de tireóide pode interferir no posicionamento ideais e podem resultar em artefatos - sombras que podem aparecer na imagem de mamografia. Ambos estes fatores podem reduzir a qualidade da imagem e interferir com o diagnóstico. Portanto, o uso de um protetor de tireóide durante a mamografia não é recomendável.

Pacientes são aconselhados a não adiar ou abandonar o cuidado necessário de imagem da mama com base neste relatório mídia errada.

Fonte: www.MammographySavesLives.org/

A exposição a radiação pode levar ao desenvolvimento do câncer de tiróide principalmente nos que foram expostos na infância.

Situações assim eram mais comuns muitos anos atrás (anos 40 e 50) quando se fazia tratamentos de amigdalites, adenóides e acne com radioterapia. A exposição aos Rx comuns (dentes, pulmão, mamografia) não causa câncer de tiróide.

O acidente da usina nuclear de Chernobyl ocorrido em 1986 liberou grandes quantidades de iodo radioativo e as crianças expostas foram as mais afetadas evoluindo com o desenvolvimento de câncer poucos anos após o desastre.

Fonte: www.claudiayamazaki.com.br


A maioria dos remédios para emagrecer não funciona

Uma pesquisadora da Universidade do Oregon revisou estudos sobre os suplementos de emagrecimento, e trouxe más notícias para os que esperam um remédio mágico para perder peso: isso não existe.

Melinda Manore revisitou as evidências de centenas de suplementos para perda de peso, uma indústria que só nos Estados Unidos movimenta U$ 2,4 bilhões (R$ 4,21 bi). De acordo com ela, não existe nenhuma comprovação de eles ajudam aperder peso significativamente, e muitos ainda trazem problemas de saúde.

Alguns produtos, como o chá verde, fibras e suplementos com pouca gordura, podem ter benefícios modestos na perda de peso (cerca de dois quilogramas), mas é importante saber que a maior parte dos remédios foram testados como parte de uma dieta de redução de calorias.

“Para a maioria das pessoas, a não ser que elas alterem a alimentação e comecem a se exercitar diariamente, nenhum suplemento vai ter um impacto grande”, comenta Manore.

Manore analisou remédios que entram em quatro categorias: produtos que bloqueiam a absorção de gordura ou carboidratos, estimulantes como a cafeína e a efedrina que aumentam o metabolismo, produtos que contém ácido linoleico conjugado, que modificam a composição do corpo diminuindo as gorduras, e supressores de apetite, como as fibras solúveis.

Ela descobriu que muitos produtos não passaram por bons testes clínicos, que examinassem a efetividade do remédio, e a maior parte das pesquisas não incluiu exercício físico. A maioria dos produtos mostrou menos de um quilo de redução do peso, quando comparado aos grupos com placebo.

“Eu não sei como você elimina o exercício da equação”, comenta Manore. “O exercício é crucial não só para perder peso e manter a massa muscular, mas também para manter o peso”.

Em geral, o que as pessoas querem é perder peso e manter ou aumentar a massa magra. Não há evidência de que algum suplemento faça isso. E alguns têm efeitos colaterais, desde simples, como gases, até muitos sérios, como derrames e problemas de coração.

Manore comenta que a chave para perder peso é comer alimentos integrais, frutas, vegetais e carnes magras, reduzir o número de calorias ingeridas, e se manter em movimento. Dependendo do indivíduo, aumentar a quantidade de proteínas pode ser bom (especialmente aqueles que não querem perder a massa magra), mas o único modo de perder peso é modificar o estilo de vida.

“Adicionar fibras, cálcio, proteína e tomar chá verde pode ajudar”, afirma. “Mas nenhum desses vai ter muito efeito a não ser que você se exercite, coma frutas e vegetais”.

As linhas gerais de Manore, sobre estilo de vida, incluem:

Não saia de casa pela manhã sem ter um plano para a janta.
Comer espontaneamente geralmente dá margem para opções mais pobres.
Comece a refeição com muita salada, molhos de baixa caloria ou uma sopa com base de legumes.
Você vai se sentir muito mais cheio e não vai comer tanto depois.
Melhor ainda: peça apenas um aperitivo como extra à salada.
Ache formas de se manter em movimento, principalmente se o seu trabalho é sedentário.
Manore afirma que ela usa telefones sem fio para poder andar enquanto conversa. Durante reuniões longas, peça para ficar em pé ou caminhe por pequenos períodos, assim você não fica sentado o tempo todo.
Coloque vegetais em toda refeição possível. Coloque no molho da massa, junto às carnes, ou apenas coma frutas e vegetais sempre que der fome.
Aumente as fibras. A maioria das pessoas não come fibras suficientes.
Tente comer as frutas e vegetais ao invés de bebê-los.
Comer uma maçã é melhor do que um suco de maçã.
Também é melhor comer alimentos que ocupam mais espaço, como frutas maiores.
Elimine os alimentos processados.
Manore comenta que algumas pesquisas mostram que esse tipo de comida é pior para a digestão.

Autor: Bernardo Staut


O Trabalho como fonte de doenças

Devemos lembrar que o estresse é cumulativo, assim como não podemos deixar de citar o workaholic, termo que se originou da palavra inglesa alcoholic, que significa alcoólatra, com a palavra work, que significa trabalho, considerando que a pessoa que trabalha compulsivamente também é viciada, porém, em trabalho. Além de prover o sustento, o trabalho compulsivo pode também ser utilizado como fuga de sentimentos difíceis de serem vivenciados, aliviando a angústia, mas temporariamente. Com o tempo, esse escudo protetor -o trabalho compulsivo- pode se romper ao surgir alguma doença com o objetivo, inconsciente, de enfrentar aquilo do que fugiu.

Normalmente, uma pessoa que trabalha compulsivamente possui algumas características:
- trabalha compulsivamente, mesmo quando não há necessidade;
- trabalha o tempo todo e deixa de lado a família e o lazer;
- fica ansiosa e sem saber o que fazer longe do trabalho, como nas férias e nos finais de semana;
- não sabe falar de outra coisa a não ser do trabalho;
- cobra dos demais o mesmo ritmo e produtividade que está acostumada;
- critica constantemente os colegas de trabalho;
- exige perfeição, dedicação e devoção ao trabalho, como ela própria se exige;
- é severa, ambiciosa, inflexível, perfeccionista e exageradamente "realista";
- racionaliza tudo;
- oculta seus próprios sentimentos;
- nega para si mesma a existência de algum conflito;
- frequentemente tem problemas de saúde, sendo forte candidata ao infarto e outras doenças relacionadas ao estresse;
- busca reconhecimento, muitas vezes dos pais, que em geral foram ou são, muito exigentes.

Como podemos observar, o trabalho acaba por ser uma válvula de escape de uma insatisfação perante a vida. Ser "bem sucedido" implica em ter conquistado uma boa qualidade de vida, o que o workaholic dificilmente possui, pois trabalha de forma compulsiva e na maioria das vezes, desnecessária, e dificilmente consegue obter prazer em outra atividade que não seja ligada ao trabalho. A preocupação obsessiva é procurar sempre corresponder às expectativas dos outros, ou ainda, superar essas expectativas, o que gera muita cobrança interna e conseqüente tensão. Até as atividades de lazer, quando as têm, são feitas obsessivamente. Não faz exercícios para relaxar, ao contrário, cumprem religiosamente a mesma rotina, controlando os horários e tempo de cada atividade. Geralmente justifica sua rigidez dizendo-se disciplinado e não obsessivo. Está sempre se cobrando produzir, mesmo quando vai à praia, ao invés de relaxar, permitir-se fazer nada, está sempre lendo algo, ou até mesmo, dando telefonemas "inadiáveis". Seu objetivo é produzir, esteja onde for.

A obsessão com o trabalho surge em função de outras insatisfações e conflitos, mas prefere trabalhar a ter que se confrontar com aquilo que sente dentro de si. Por exemplo, uma pessoa que está passando por alguma dificuldade conjugal, familiar ou pessoal, pode substituir as horas em família por ficar até mais tarde no escritório, ainda que não tenha nada para fazer. Ou seja, não convive com a família, com pessoas queridas, não acompanha o crescimento dos filhos, sequer percebe o cuidado ou a presença do companheiro(a), não tem horário para almoçar, nem para atividades físicas, lazer, enfim, não tem tempo para si mesmo, muito menos para manter o diálogo interno e identificar a causa de seus reais conflitos. O que deveria ser prioridade acaba cedendo lugar apenas para o trabalho.

O lamentável de tudo isso é que as pessoas entram num círculo na busca pelo poder, prestígio e aquisição de bens materiais, mesmo sabendo que tudo isso pode ser pago com sua própria saúde. Infelizmente, essa busca incessante se faz muito mais para satisfazer aos outros do que a si mesmas, numa busca inconsciente por reconhecimento. O que dificilmente é aceito.

Todos sabemos que hoje em dia é praticamente impossível vivermos sem ansiedade e estresse, mas podemos aprender a lidar com as situações geradoras de tensão ao nos permitirmos relaxar, praticar atividade física, ter momentos para simplesmente fazer nada e nem por isso nos sentirmos culpados. Evite fazer do trabalho sua única razão de viver, principalmente se perceber que ele pode ser uma fuga para evitar o confronto com seus próprios sentimentos. Procure equilíbrio entre o seu trabalho e outras áreas de sua vida, sem que com isso tenha que abdicar de tantos outros valores, tão ou mais importantes, como uma maior convivência com aqueles que ama, e principalmente, consigo mesmo. Buscar a ética, qualidade, responsabilidade e excelência no trabalho deve ser a meta de todos nós ao fazermos o melhor que podemos, mas não podemos confundir esses valores quando percebemos que estamos prestes a perder nosso bem mais precioso: a saúde!

Autora: Rosemeire Zago


DICAS DE SAÚDE E DE BELEZA
RESSALVA
Não sou médica, nutricionista, dermatologista, nem esteticista. Sou jornalista.

Recebo muitas dicas de saúde e de beleza enviadas por nossos Velhos Amigos.
Peço que citem as fontes e o nome dos autores das matérias que nos são enviadas para publicação.
Se alguém encontrar algum texto sem os devidos créditos, solicito que me informe para que eu possa incluir em nossas seções, em respeito ao direito do autor.
Esclareço, ainda, que não estou capacitada a responder perguntas sobre assuntos que se desviam do meu conhecimento profissional. Muito obrigada.
Um beijo,
Lou Micaldas

Webdesigner: Lika Dutra
Correção de texto: Anna Eliza Fürich

Clique na caixa abaixo para acessar as matérias anteriores

Qual a sua opinião sobre esta matéria?
Envie suas críticas e sugestões

Clique aqui

Deseja enviar esta página para um
"Velho Amigo"?

Clique Aqui