POESIAS E CRÔNICAS

 

 

DES/AFETOS DES/ALENTOS

Na boca singra, gargalhadas de vida;
Inadvertida a mão, estende a palma
Como quem devagar e atrevida
Pretende acarinhar a própria alma.

A pessoa se lança em dança louca;
Abraça a si mesmo em frenesi.
Como se toda desgraça fosse pouca
O aconchego não existe por ali.

Tendo Deus por cúmplice e testemunha.
O ser cuja sorte o destino tece
Ainda busca do amor... a alcunha.

Mas este, anda longe, ao que parece.
Companheira como fosse carne e unha
Na solidão então o corpo fenece.

Autora
Imaculada Catarina
(Direitos autorais reservados)

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