BANZAI!

A festa dos 100 anos da imigração japonesa no Brasil coroa uma das mais intensas trocas culturais (e lingüísticas!) já ocorrida entre o Ocidente e o Oriente.
Cem anos mais tarde, o Brasil abriga a maior comunidade de descendentes de japoneses no mundo. Marcam presença nas artes plásticas, na agricultura, na religião, nos hábitos domésticos, nos esportes, na culinária e também na língua portuguesa. Hoje, inúmeros vocábulos de origem nipônica estão incorporados ao português nas áreas em que a presença cultural do país asiático se faz mais forte. É o caso de origami, ikebana, “xintoísmo”, “quimono”, hashi, ofurô, “sumô” e “judô”. Algumas destas palavras encontram-se dicionarizadas, tais como “tatame”, "sushi", “missô”, “saquê” e “camicase”. Japonês de brasileiro O cenário atual de integração cultural – reforçada em tempos de globalização –, no entanto, é fruto de uma trajetória repleta de obstáculos e desafios ao longo de um século. Muito antes de os termos japoneses se tornarem populares no Brasil, os primeiros colonos esbarraram nas dificuldades lingüísticas encontradas em sua nova terra. A gramática da língua japonesa, embora bastante diferente da língua portuguesa, é relativamente simples e regular. Por isto, falantes nativos de japonês costumam precisar de um esforço suplementar para o aprendizado de línguas estrangeiras. Alóctone, o idioma falado pelos imigrantes no Brasil, denominado coroniagô (língua de colônia), em que se misturam termos das línguas japonesa e brasileira, não se atualizou. É como se tivesse parado no tempo, ao passo que, no Japão, a língua em constante mudança absorveu muitas expressões estrangeiras – sobretudo estadunidenses, em razão primeiro da ocupação dos Estados Unidos no território japonês no pós-guerra e, atualmente, da dominação cultural do país ocidental. Assim, grande parte dos brasileiros com ascendência nipônica usa o japonês antigo para se comunicar e encontra dificuldades em compreender a língua japonesa atual. Por exemplo, a palavra “banheiro” ainda é usada como benjyô pelos imigrantes. No Japão, contudo, o termo é visto de forma depreciada – hoje é socialmente aceito o vocábulo toirê, derivado do francês toilette (também conhecido aqui como “toalete”). No caso principalmente daqueles cujos ancestrais vieram de províncias mais afastadas dos grandes centros urbanos no Japão, pode-se dizer que guardam uma língua em extinção, uma vez que falam um dialeto idiossincrático, muito diferente da língua oficial. O dialeto falado pelos descendentes de imigrantes de Okinawa, ilha japonesa no Pacífico, por exemplo, costuma ser foco de estudo de especialistas em lingüística, que vêm do Japão visitar o Brasil em busca dessas origens idiomáticas. Com o movimento reverso de emigração de nipo-brasileiros ao Japão, intensificado a partir dos anos 1980, nota-se que a língua japonesa no Brasil passou a equiparar-se à do Japão mais rapidamente. Chamados de decasséguis, esses trabalhadores costumam passar temporadas do outro lado do planeta a fim de obter melhores condições financeiras. Indiretamente, conferem dinamismo ao desenvolvimento da língua japonesa no Brasil. Mangás e animês Para muitos dos descendentes de japoneses – sobretudo os jovens – se atualizarem em relação não só à língua, mas também aos costumes do país oriental, não foi preciso, entretanto, viajar à terra do sol nascente. O caminho por eles encontrado foi o da leitura de mangás (histórias em quadrinhos típicas do Japão) e o de vídeos de animês (em geral, desenhos de heróis, da abreviatura do inglês animation). Símbolos da cultura pop japonesa, os mangás e os animês transcenderam as estantes de nipo-brasileiros e hoje se tornaram fenômeno entre adolescentes sem ascendência oriental – alguns dos quais passaram a freqüentar aulas de língua japonesa de forma contínua. Muito antes de Frank Miller – renomado roteirista e desenhista estadunidense – “descobrir” os mangás, porém, estes já eram fartamente lidos pela comunidade nipônica. Importados por distribuidoras, o mesmo aconteceu com animês e filmes japoneses. Segundo a professora de histórias em quadrinhos e mídia Sonia Bibe Luyten, doutora em ciência da comunicação pela USP, “a leitura do mangá para a comunidade japonesa, representava dois segmentos importantes: um era a manutenção da língua, e o outro, a aquisição ou o aprendizado de novos termos, sobretudo os incorporados da língua inglesa”. Ou seja, sua função foi a de manter a língua coloquial viva para os que estavam fora do Japão. Literatura japonesa Outro canal importante pelo qual as línguas portuguesa e japonesa se encontraram foi a literatura do país asiático. Podemos dizer que os escritores nipônicos mais conhecidos no mundo ocidental são Junichiro Tanizaki, autor de "As Irmãs Makioka" e "Há Quem Prefira Urtigas"; Yasunari Kawabata, que escreveu "O País das Neves" – obra que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1968; e Yukio Mishima, que tem entre seus títulos mais conhecidos "Cores Proibidas", lançado há cerca de dois anos, e "Mar Inquieto". As obras desses autores criaram uma imagem de que a literatura japonesa é caracterizada por ser evasiva, obscura e inconclusa. No entanto, é importante observar que as obras conhecidas no Ocidente foram traduzidas primeiramente por acadêmicos de língua inglesa, especialistas em literatura japonesa, e que as traduções para as demais línguas aconteceram posteriormente, a partir dessas versões. Desse ponto de vista, afirmam estudiosos como Edward Fowler, não podemos deixar de observar que as preferências dos acadêmicos, o interesse das editoras e, de certo modo, “os gostos dos leitores de língua inglesa têm, de um modo geral, ditado os gostos de todo o mundo Ocidental no que se refere à fi cção japonesa”. Com isso, são poucas as obras japonesas traduzidas diretamente para o português. No Brasil, Irmãs Makioka, de Tanizaki, e Musashi, de Eiji Yoshikawa, são exceções – foram traduzidas pela brasileira Leiko Gotoda. O best-seller de Yoshikawa conta a história de um famoso samurai em busca de seu aprimoramento como espadachim. O livro é visto como referência na divulgação da literatura japonesa por aqui. Seu sucesso de vendas, depois de traduzido pela Estação Liberdade em 1999, parece ter despertado o interesse das editoras brasileiras pelas obras nipônicas, claramente em destaque no panorama literário nacional atual. Depois de Musashi, já foram publicados no Brasil autores como Yukio Mishima, Ryunosuke Akutagawa, Junichiro Tanizaki, Kenzaburo Oe, Yasunari Kawabata, Seicho Matsumoto, Eiji Yoshikawa, Tsuneo Tomita, Haruki Murakami e a poetisa Machi Tawara. Uma das próximas traduções – também diretamente para o português – que chegará em breve às prateleiras das livrarias nacionais será "O Livro do Chá", de Kazuko Okakura. Entre os autores modernos que tiveram livros traduzidos recentemente para o português destaca-se Banana Yoshimoto, considerada uma das mais destacadas escritoras da literatura japonesa contemporânea e autora de Kitchen. As angústias da juventude japonesa atual são minuciosamente retratadas nas suas obras, em que predominam temas como morte, solidão, desencontro e perda, tornando-a bastante popular entre os jovens. O apelido artístico Banana, segundo ela, seria uma palavra propositadamente andrógina – seu nome verdadeiro é Nahoko Yoshimoto. Autor de Norwegian Wood; "Dance, Dance, Dance" e "Caçando Carneiros", Haruki Murakami é outro nome cada vez mais conhecido nas prateleiras brasileiras. Influências literárias É possível encontrar influências nipônicas na literatura brasileira, principalmente de três formas: por meio de autores brasileiros que escrevem narrativas vinculadas direta ou indiretamente ao Japão; de escritores que se utilizam do estilo e de técnicas literárias japonesas; ou de descendentes orientais que vivem e escrevem no Brasil. Do primeiro grupo, constam literatos como Bernardo de Carvalho, que publicou recentemente "O Sol se Põe em São Paulo", em que o personagem central é um descendente de japoneses em busca de suas origens. Outros exemplos são Alberto Renault, autor de "Moko no Brasil", romance baseado nas aventuras de uma garota japonesa em sua passagem por aqui, e Aluísio de Azevedo, que escreveu um livro hoje raro de ser encontrado, intitulado "O Japão" – um relato de viagem do período em que visitou o país na condição de diplomata. Encontramos influências nipônicas indiretas em obras brasileiras, em decorrência do contato com autores franceses como Mallarmé e Lautreámont. Dessa forma, é possível verificar a concisão da poesia japonesa em Oswald de Andrade, que foi buscar essa influência nos poetas franceses. Autores como Guilherme de Almeida, Paulo Leminski ("Caprichos e Relaxos", "La Vie en Close" e "Distraídos Venceremos") e Alice Ruiz ("Desorientais" e "HaiTropikai") adotaram a forma concisa de poesia japonesa. Alberto Marsicano (Sendas Solares), Haroldo de Campos ("Harogomo"), Millôr Fernandes e Antônio Fernando de Franceschi (com suas transcrições) são exemplos adicionais de autores que possuem traços da língua japonesa. A maior parte da produção literária da comunidade nipo-brasileira ainda continua em japonês. Somente a poesia haikai tem conseguido, nos últimos anos, chamar a atenção de poetas ocidentais e descendentes de japoneses, e editado uma série de livros em língua portuguesa. Teruko Oda, Goga Masuda, Helena Kolody, Benedita Azevedo e Paulo Franchetti ("Haikais") escrevem haikais em língua portuguesa. Outro autor que tem difundido muito esse gênero no Brasil é Nelson Savioli, que publicou livros como o recente "Burajiru" (como os japoneses escrevem “Brasil”), com haicais de sua autoria comentados em notas de rodapé. Ao lado dessas obras, destaca-se a tradução de poemas tanka, do mestre Kikuti Iwanami, sob o título "Terratempo" e a "Antologia de Poesia Nikkei", reunindo trabalhos de nove poetas nipo-brasileiros. Já o romance não foi gênero largamente cultivado pelos japoneses ou descendentes que vivem aqui. Os poucos publicados apresentam como tema principal a história dos próprios imigrantes, em autobiografias. Na lista de romances, que foram originalmente escritos em português e têm como referência o autor nipo-brasileiro ou um tema relacionado à comunidade nikkei, temos "Sonhos Bloqueados" e "Kiken", de Laura Honda Hasegawa; "Sob Dois Horizontes", de Mitsuko Kawai; "Coração de Papel", de Cláudio Mitsuhiro Ono; "Flor de Vidro" e "O Jardim Japonês", de Ana Suzuki; e "Desafio ao Imortal", de Eico Suzuki. Ao bom curioso sobre a cultura japonesa no Brasil, fi ca também a dica de leitura de "Corações Sujos" (Companhia das Letras, 2000), de Fernando Morais. O autor de títulos de sucesso, como "Chatô: O Rei do Brasil" e "Olga", narra, com ar romanceado e vasta pesquisa histórica, os anos da Shindo Renmei, entidade nacionalista que se utilizou de intensa propaganda e ameaças físicas – chegaram a executar “traidores” com katanás, as espadas samurais – para fazer a colônia nipônica brasileira acreditar que o Japão havia ganhado a Segunda Guerra Mundial. E, se por um lado os japoneses de fato perderam a guerra, por outro ganharam a paz, como cantou Gilberto Gil. E o Brasil ganhou uma grande amizade, além da intensa e já secular convivência com essa cultura tão rica e diferente. CRONOLOGIA DE GERAÇÕES Embora os primeiros trabalhadores tenham chegado em 1908, o pico da imigração japonesa ocorreu nos anos 1920 e 1930, quando mais de 140 mil nipônicos desembarcaram no país. O movimento voltou a tomar impulso depois da Segunda Guerra Mundial, após a chegada do navio Kobe-Maru, em 1951. Em 1965, outros 46 mil japoneses aportaram no país. Hoje abrigamos a maior colônia nipônica fora do Japão, com cerca de 1,5 milhão de pessoas, entre japoneses nativos e descendentes. Quase 70% se concentram no estado de São Paulo, sobretudo na capital paulista e nas cidades de Marília, Tupã, Bastos e Registro. Outras concentrações relevantes são encontradas no Paraná (em Londrina e em Maringá), em Mato Grosso do Sul (na cidade de Dourados) e no Pará. Segundo pesquisa do Centro de Estudos Nipo-Brasileiros, 13% da comunidade japonesa é composta de isseis (nativos); enquanto 31% são nisseis (fi lhos de japoneses); 41%, sanseis (netos, dos quais 42% são mestiços); e 13%, yonseis (bisnetos, sendo 61% deles mestiços). SAMBA JAPONÊS O título acima faz menção a uma canção de Jorge Mautner e Nelson Jacobina de 1981. Desde então, a aproximação entre samba e Japão virou coisa corriqueira, e o interesse dos nipônicos pela música brasileira é cada vez maior. Artistas como Bebel Gilberto, Miúcha, Nara Leão, Tom Jobim e João Gilberto marcaram presença – algumas vezes constante – nos palcos japoneses. E os catálogos musicais das gravadoras da Terra do Sol Nascente estão sempre repletos de artistas brasileiros. Não demoraria, obviamente, para que os próprios japoneses fi zessem música com cara de Brasil. Hoje, músicos e produtores famosos, como Katsunori Tanaka e Kazufumi Miyazawa, se dedicam a gêneros influenciados por bossa nova e congêneres. Até em Tóquio há desfile de escolas de samba: o carnaval de Asakusa acontece há 28 anos e é famoso no país. Isto que é tradição... Com tanto bamba japonês, o Brasil reconheceu o esforço e rendeu suas homenagens. No Carnaval de 2008, duas escolas de samba, uma em São Paulo (Unidos da Vila Maria) e outra no Rio de Janeiro (Porto da Pedra), homenagearam o centenário da imigração japonesa no Brasil, divulgando não só a cultura nipônica mas também palavras de origem oriental em seus sambas. Outra que investiu no vocabulário japonês foi a paulistana Vai-Vai, que foi campeã com o enredo há alguns anos. 100 Anos de Imigração Japonesa no Brasil: Tem Pagode no Maru (Porto da Pedra) Brasil! IDÉIAS, IDIOMAS E IDEOGRAMAS Apesar da disparidade, as línguas portuguesa e japonesa dividem uma história e uma série de vocábulos nascidos durante as grandes navegações do século 16. Muitos brasileiros já estão acostumados a pedir tempuras em restaurantes japoneses. Mal sabem, contudo, que o nome dos bolinhos de carne ou legumes fritos, já tão disseminados no vocabulário nacional, vem da própria língua portuguesa. Com raiz no vocábulo “tempero”, tempura é apenas uma das mais de 400 palavras japonesas que têm origem no português. A explicação está nas grandes navegações portuguesas do século 16. Em 1543, os lusitanos aportaram no Japão, na ilha de Tanegashima, em Kyushu, e a relação entre os dois países se manteve até o governo japonês decretar a política de fechamento dos portos, conhecida como sakakoku, em 1639. Pode-se afirmar que os portugueses foram os primeiros europeus a chegar ao Japão, e a língua portuguesa, a primeira língua européia com a qual os japoneses tiveram contato. A pedido do rei D. João III, em 1549, Francisco Xavier viajou ao Japão com jesuítas portugueses e iniciou a catequização do país. Os jesuítas levaram conhecimentos referentes a medicina, astronomia, filosofia e literatura européia. Eles estudaram a língua japonesa e a cultura sistematicamente para melhor desenvolver o trabalho missionário e produziram um dicionário chamado "Vocabulário da Lingoa de Japam" com a Declaração em Português, obra que é considerada atualmente indispensável para o estudo da história da língua japonesa. Com exceção dos países de idioma nipônico, não há nenhum país como o Japão sobre o qual Portugal tenha exercido tanta influência. Naquela época, o país ibérico ditava a moda no Japão, sobretudo na então capital, Quioto. Os japoneses adotaram comidas portuguesas, e usavam uma roupa interior do quimono que se chamava jiban (“calças”, no português antigo eram chamadas de “gibão”). Nessa época, teriam existido cerca de 4 mil palavras portuguesas no japonês. A influência de Portugal no Japão no decurso de quase um século foi relevante e abrangente, e se deu por meio da divulgação de conhecimentos das ciências náuticas e militar, química, medicina, matemática, teologia, literatura e história. Muitas palavras relacionadas à Igreja e aos rituais litúrgicos foram incorporadas à língua japonesa, como irumam (irmão), kirishtan (cristão) e kurusu (cruz). Diversas outras que não estão relacionadas a rituais religiosos também foram introduzidas e são largamente utilizadas no vocabulário da língua japonesa, como bidoro (artefatos de vidro), karuta (jogo de cartas), koppu (copo), pan (pão), shabon (sabão), tabako (tabaco), botan (botão) e kappa (capa de chuva). Existem, ainda, palavras compostas que têm influência da língua portuguesa, como bidama (bolinha de gude), formada pela junção da inicial de bidoro com dama (originariamente tama, que significa “bola”). Até mesmo o famoso arigatô não ficou de fora. Há uma polêmica em torno desse termo, que significa “obrigado”. Autores consagrados, como Marcos Bagno em "A Língua de Eulália", afirmam que arigatô teria sido originado de “obrigado”. Os professores de língua japonesa, entretanto, não concordam. De acordo com eles, a palavra tem origem no termo chinês arigatai, e existe muito antes de os portugueses chegarem ao Japão. Português nos estudos japoneses Quanto ao ensino da língua portuguesa nas universidades japonesas, ele remonta a 1918, quando o professor João Abranches Pinto chegou ao Japão para lecionar na Universidade de Estudos Estrangeiros em Tóquio. No ano seguinte, foi criado o Departamento de Estudos Estrangeiros na mesma universidade. Outras universidades introduziram o português nos currículos acadêmicos a partir da década de 1950. Em razão dos cerca de 300 mil brasileiros que vivem no Japão atualmente, existem cinco universidades (duas públicas e três privadas) que conferem licenciaturas em língua portuguesa. Outras 19 instituições de ensino superior incluíram o português como segunda língua estrangeira ou optativa, comportando quase 2 mil estudantes de português. Em relação ao ensino pré-universitário, oito escolas secundárias apresentam nos seus currículos o ensino de língua portuguesa como segunda língua ou língua estrangeira. Autor: Cássio Aoqui |
RECEITAS JAPONESAS

Dashi (Caldo básico de peixe) Ingredientes: Modo de Preparo: Salada de Camarão Ingredientes: Modo de Preparo: Carne de Porco com Tofu Ingredientes: Modo de Preparo: Lombo ao Shoyu Ingredientes: Modo de Preparo: Tori Mizutaki Ingredientes: Modo de Preparo: Salmão no Shoyu Ingredientes: Modo de Preparo: Sashimi Ingredientes : Modo de Preparo: Teppan Yaki Ingredientes: Modo de Preparo: Mori Soba Ingredientes: Modo de Preparo: Soba Ingredientes: Modo de Preparo: Tori Nanban Ingredientes: Modo de Preparo: Arroz para Sushi Ingredientes: Modo de Preparo; Sushi Califórnia Ingredientes: Modo de Preparo: Castanha em Calda Ingredientes: Modo de Preparo: |
APRENDA ALGUNS KANJIS (IDEOGRAMAS)

Os ideogramas usados pelos japoneses, os kanjis, têm sua origem numa linguagem pictográfica desenvolvida na China antiga. Através dos tempos, desenvolveram-se em formas abstratas estilizadas que são muito complicadas de memorizar. Em "Kanji Pictográfico", Michael Rowley apresenta um método inovador que associa cada kanji a uma ilustração que lembra sua representação gráfica. Ele associa o significado de cada kanji a um desenho tendo como resultado um verdadeiro dicionário ilustrado, funcional e prático. Podemos notar que o significado se apega à leitura da imagem, não precisamos de muito para associar as imagens com os Kanjis. Cada elemento foi devidamente estudado e mostrado de forma simples e de fácil compreensão. O mais interessante é que, apenas com a mnemônica visual conseguimos interpretar de forma coerente cada composição. Toda imagem é acompanhada de um texto mnemônico, a citação de um acontecimento facilita na interpretação e conseqüentemente na memorização. Observe bem os exemplos e procure treinar com a criação de pequenas composições - mostre seus desenhos para amigos, mesmo que desenhar não seja o seu forte e observe como eles interpretam seus desenhos, você terá, com certeza, uma grande surpresa.
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Fonte: Livro: "Kanji Pictográfico" de Michael Rowley; Nome original: Kanji Pict-o-graphix; |
Webdesigner: Lika Dutra
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