14 DE MARÇO DIA NACIONAL DA POESIA

21 DE MARÇO DIA MUNDIAL DA POESIA

14 DE MARÇO - DIA NACIONAL DA POESIA
Fonte: www.paulinas.org.br

21 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DA POESIA
Fonte: Diversos Sites

O PÁSSARO CATIVO
Autor: Olavo Billac

O MEU NIRVANA
Autor: Augusto dos Anjos

OS LUSÍADAS
Autor: Luís Vaz de Camões

A DIVINA COMÉDIA
Autor: Dante Alighieri

SONETO DA SEPARAÇÃO
Autor: Vinícius de Moraes
Enviado por: Dulce

HOMENAGEM DOS "VELHOS AMIGOS"
Colaboradores diversos


14 DE MARÇO - DIA NACIONAL DA POESIA

A palavra "poesia" tem origem grega e significa "criação". É definida como a arte de escrever em versos, com o poder de modificar a realidade, segundo a percepção do artista.

 Antigamente, os poemas eram cantados, acompanhados pela lira, um instrumento musical muito comum na Grécia antiga. Por isso, diz-se que a poesia pertence ao gênero lírico. Hoje, os poemas podem ser divididos em quatro gêneros: épico, didático, dramático e lírico.

 As linhas de um poema são os versos. O conjunto desses versos chama-se "estrofe". Os versos podem rimar entre si e obedecer à determinada métrica, que é a contagem das sílabas poéticas de um verso. Os versos mais tradicionais são as redondilhas; a redondilha menor tem cinco sílabas, e a maior com sete; os versos decassílabos, dez; os alexandrinos, doze.

 A rima é um recurso que confere musicalidade aos versos, baseando-se na semelhança sonora das palavras do final ou, às vezes, do interior dos versos. Rima, ritmo e métrica são características especiais de um poema e que podem variar, dependendo do movimento literário da época.

 No Brasil, os primeiros poemas surgiram junto com o seu descobrimento, pois os jesuítas usavam versos para catequizar os índios.

 Depois, surgiram outras formas de poesia, como o barroco (1601-1768), o arcadismo (1768-1836), o romantismo (1836-1870), o parnasianismo (1880-1893), o simbolismo (1893-1902), o pré- modernismo (1902-1922), o Modernismo (1922-1962), até a forma de hoje.

 O Dia Nacional da Poesia é comemorado em homenagem ao nascimento de Castro Alves, em 14 de março de 1847. Poeta do romantismo, ele foi um dos maiores nomes da poesia brasileira. Suas obras que mais se destacaram foram: Os escravos (no qual há o seu famoso poema Navio Negreiro) e Espumas flutuantes, cujas características principais são a valorização do amor e a luta por liberdade e justiça. Há outros nomes importantes da poesia brasileira: Alberto de Oliveira, Gonçalves Dias, Raimundo Correia, Olavo Bilac, Casimiro de Abreu, Cecília Meireles, Jorge de Lima, Ferreira Gullar, Manuel Bandeira, Mário de Andrade, Mário Quintana, Carlos Drummond de Andrade e muitos outros.

Fonte: www.paulinas.org.br

21 DE MARÇO - DIA MUNDIAL DA POESIA

O dia 21 de março, comemorado em mais de cem países, é a data promulgada pela UNESCO para ser celebrada como Dia Mundial da Poesia.

Grandes poetas brasileiros fazem parte da nossa história poética de todos os tempos. Adélia Prado, Álvares de Azevedo, Augusto dos Anjos, Casimiro de Abreu, Castro Alves, Cecília Meirelles, Cora Coralina, Ferreira Gullar, Gregório de Matos, Machado de Assis, Manuel Bandeira, Mario Quintana, Olavo Bilac, Mário de Andrade, Murilo Mendes, Paulo Mendes Campos e Vinícius de Moraes são apenas alguns de nossos melhores.

- Poesia - manifestação literária que se diferencia da prosa, na forma e no conteúdo.
A palavra poesia é herdada do grego, "poíesis", "ação de fazer algo", pelo latim - "poese", + "-ia" que significa"criação".

Entre os maiores poetas da humanidade estão o italiano Dante Alighiere, autor da obra "Divina Comédia", o português Luís de Camões, autor do célebre poema épico "Os Lusíadas" e o brasileiro Olavo Bilac, autor de "O Pássaro Cativo".

Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac, nasceu no Rio de Janeiro, em 1865, e aí morreu, em 1918. Poeta parnasianista, apresentou várias temáticas em sua obra. Escreveu sobre quadros da Antigüidade, fatos da história brasileira e expressou seu mundo interior através da poesia lírica amorosa e pessoal.

Suas obras são: "Panóplias", "Via Láctea", "Sarças de Fogo", "Alma Inquieta", "As Viagens" e "O Caçador de Esmeraldas". Estes livros foram reunidos em "Poesia", lançado em 1902.

Fonte: Diversos Sites

O PÁSSARO CATIVO
Olavo Billac

Armas num galho de árvore o alçapão;
E, em breve, uma avezinha descuidada,
Batendo as asas cai na escravidão.

Dá-lhes, então, por esplêndida morada,
A gaiola dourada.
Dá-lhes alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo: Por que é que, tendo tudo, há de ficar
O passarinho mudo,
Arrepiado e triste, sem cantar?

É que, criança, os pássaros não falam.
Só gorjeando a sua dor exalam,
Sem que os homens os possam entender;
Se os pássaros falassem,
Talvez os teus ouvidos escutassem
Este cativo pássaro dizer:

"Não quero o teu alpiste!
Gosto mais do alimento que procuro
Na mata livre em que voar me viste;
Tenho água fresca num recanto escuro
Da selva em que nasci;
Da mata entre os verdores,
Tenho frutos e flores,
Sem precisar de ti!

Não quero a tua esplêndida gaiola!
Pois nenhuma riqueza me consola
De haver perdido aquilo que perdi...
Prefiro o ninho humilde, construído
De folhas secas, plácido, e escondido
Entre os galhos das árvores amigas...
Solta-me ao vento e ao sol!
Com que direito à escravidão me obrigas? Quero saudar as pompas do arrebol!
Quero, ao cair da tarde, entoar minhas tristíssimas cantigas!
Por que me prendes?
Solta-me covarde!
Deus me deu por gaiola a imensidade:
Não me roubes a minha liberdade...
Quero voar! Voar!..."

Estas coisas o pássaro diria,
Se pudesse falar.
E a tua alma, criança, tremeria,
Vendo tanta aflição:
E a tua mão, tremendo, lhe abriria
A porta da prisão...

O MEU NIRVANA
Augusto dos Anjos

No alheamento da obscura forma humana,
De que, pensando, me desencarcero,
Foi que eu, num grito de emoção, sincero
Encontrei, afinal, o meu Nirvana!

Nessa manumissão schopenhauereana,
Onde a Vida do humano aspecto fero
Se desarraiga, eu, feito força, impero
Na imanência da Idéia Soberana!

Destruída a sensação que oriunda fora
Do tato - ínfima antena aferidora
Destas tegumentárias mãos plebéias -

Gozo o prazer, que os anos não carcomem,
De haver trocado a minha forma de homem

Pela imortalidade das Idéias!

Autor: Augusto dos Anjos

OS LUSÍADAS
Luís Vaz de Camões

Canto Primeiro                                   Parte1

1 - (Assunto do Poema)

As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;

2 - E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis, que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando;
E aqueles, que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando;
Cantando espalharei por toda parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

3 - Cessem do sábio Grego e do Troiano
As navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandro e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre Lusitano,
A quem Neptuno e Marte obedeceram:
Cesse tudo o que a Musa antígua canta,
Que outro valor mais alto se alevanta.

4 - (Invocação às Ninfas do Tejo)

E vós, Tágides minhas, pois criado
Tendes em mim um novo engenho ardente,
Se sempre em verso humilde celebrado
Foi de mim vosso rio alegremente,
Dai-me agora um som alto e sublimado,
Um estilo grandíloquo e corrente,
Porque de vossas águas, Febo ordene
Que não tenham inveja às de Hipoerene.

5 - Dai-me uma fúria grande e sonorosa,
E não de agreste avena ou frauta ruda,
Mas de tuba canora e belicosa,
Que o peito acende e a cor ao gesto muda;
Dai-me igual canto aos feitos da famosa
Gente vossa, que a Marte tanto ajuda;
Que se espalhe e se cante no universo,
Se tão sublime preço cabe em verso.

6 - (Dedicatória ao Rei Dom Sebastião)

E vós, ó bem nascida segurança
Da Lusitana antígua liberdade,
E não menos certíssima esperança
De aumento da pequena Cristandade;
Vós, ó novo temor da Maura lança,
Maravilha fatal da nossa idade,
Dada ao mundo por Deus, que todo o mande,
Para do mundo a Deus dar parte grande; ...

A DIVINA COMÉDIA
Poema épico de Dante Alighieri

Nel mezzo del cammin di nostra vita
mi ritrovai per una selva oscura
ché la diritta via era smarrita.

Ahi quanto a dir qual era è cosa dura
esta selva selvaggia e aspra e forte
che nel pensier rinova la paura!

Tant'è amara che poco è più morte;
ma per trattar del ben ch'i' vi trovai,
dirò de l'altre cose ch'i' v'ho scorte.

Io non so ben ridir com'i' v'intrai,
tant'era pien di sonno a quel punto
che la verace via abbandonai.

SONETO DA SEPARAÇÃO
Vinícius de Moraes

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o pranto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

Autor: Vinícius de Moraes
Enviado por: Dulce

Pesquisa em diversos sites por
Lika Dutra


Homenagem aos nossos "Velhos Amigos" ao Dia Mundial da Poesia

SE A POESIA NÃO EXISTISSE!...

Como o mundo seria sem a poesia?
É muito fácil saber.
Sem a poesia o sol não brilharia.
O luar não encantaria.
As estrelas não apareceriam.
A vida não viveria.
As flores não floresceriam.
E seus perfumes não exalariam.
A alegria não alegraria,
As canções não cantariam.
O sorriso das crianças não sorriria.
Os amores não existiriam.
As amizades acabariam.
As saudades desapareceriam.
As tristezas permaneceriam.
A terra entristeceria.
Por isto, para iluminar.
E completar a sua criação.
Deus criou a poesia.
E nos deu, na forma de emoção.
Sim: assim surgiu a poesia.
Ela é a nossa emoção.
Que brota do nosso coração.
A poesia ilumina o sol.
Embeleza a terra, perfuma as flores.
Faz as rosas florescerem.
As canções de amor voltam a cantar.
Acaba com a nossa tristeza.
Eterniza a nossa saudade.
Dá-nos o dom do amor.
O aconchego dos amantes.
 A alegria do nascimento de uma nova vida.
O sorriso inocente de uma criança.
O luar brilhante dos apaixonados.
Enfim, somente a poesia consegue nos emocionar.
E faz com que a nossa vida.
Valha a pena ser vivida.
É a poesia, que no dia 14 de março.
O Brasil homenageia.
Que a poesia seja viva e presente.
Enquanto existir um poeta que a escreva.
Um amante que a admire.
E permaneça eterna, enquanto a vida dure.
“Feliz Dia da Poesia.”
Para todos os poetas.
E para os nossos leitores.

Autor: Poeta Maribondo - 08 de Março de 2014


”VOZ DO MEU CORAÇÃO”

Escrita em 07 de março de 2013
Homenagem ao dia 14 de Março, “Dia Nacional da Poesia”
E dia 21 de Março, “Dia Mundial da Poesia”

Voz do meu coração,
Olhos da minha alma.
Assim, eu defino minha poesia.
Nela falo das minhas tristezas,
Dos meus amores,
Dos dias felizes e das minhas dores.
É o retrato fiel da minha vida.
Ela simplesmente brota.
De repente, cheia de emoção.
A qualquer momento,
Em qualquer lugar,
Surge a inspiração.
Ela já nasce completa,
Pronta na minha mente.
Logo escrevo num papel.
SIM. Eu sou um POETA.
Sei que recebi de DEUS
O dom de escrever POESIA,
Transformando a palavra
Em sentimento, amor e emoção.
É essa bela arte da “POESIA”
Que no dia 14 de março
O meu BRASIL homenageia.
Como “Dia Nacional da Poesia”.
E no dia 21 de março,
O MUNDO inteiro comemora
O “Dia Mundial da Poesia”,
Dia de cantar o amor,
A felicidade e a alegria.
De festejar, de declamar.
De escrever sem medo e sem pudor
Aquilo que você sente na alma.
Deixar fluir suas emoções.
SIM. Você também é POETA,
Mesmo que ainda não saiba.
Logo verá o resultado do seu texto
E vai se orgulhar de tê-lo escrito.
Seja POETA nestes belos dias,
Prestando a sua homenagem.
Aos dias Nacional e Mundial da POESIA.

Autor: Poeta Cypriano Maribondo


O Dia Nacional da Poesia foi instituido em homenagem a Castro Alves, que nasceu aos 14 de março de 1847

Ó BENDITO O QUE SEMEIA!

Cateretê

Homenagem a Castro Alves o poeta abolicionista

*Muritiba BA – 14/03/1847
+Salvador BA – 06/07/1871

Símbolo da justiça e da luta pela liberdade, seu espírito estava sempre conflitado, em busca de soluções para causas tão difíceis que ele abraçava e eram o seu ideal de vida. Morreu jovem, mas deixou para o mundo uma das mensagens mais fortes de igualdade, uma lição de amor aos semelhantes.
Toda a força desse notável escritor, se poderá Sentir nas entrelinhas da música com que a autora o homenageia. Declamado por John Lennon, aluno de origem extremamente humilde, egresso de uma escola onde sua indisciplina gerou o pedido para o seu afastamento; ingressou então na EMEF Padre Antônio Vieira e iniciou tímidamente sua caminhada na Academia Estudantil de Letras, e hoje, vencidos muitos dos grandes desafios que teve pela frente, fez de sua jornada um grande motivo para se tornar um poeta.
Em breve fará o lançamento do seu primeiro livro.

"Deixem soar os tambores
Soem, soem os tambores
Que se ouçam ao longe...
Soem com um clamor
Soem como o grito dos escravos,
O seu grito de liberdade!
Soltem os nossos grilhões
Soem, soem os tambores
Não os deixem parar!"

Quem é esse jovenzinho
Que encanta ao declamar?
Quem é?
Quem é esse jovenzinho
Que encanta ao declamar?
Quem é?

No pequeno coração
Grande talento nascia.
Ideais acalentados
Que cresciam dia a dia.
Encontrou inspiração,
Nos livros e na poesia,
Exaltação ao amor,
Lirismo, encanto e magia!

“Ó bendito o que semeia!
Livros... livros à mão cheia...
Ó bendito o que semeia!
Livros... livros à mão cheia!
Ó bendito o que semeia!

Nos seus versos expressivos e vigorosos
Com lirismo ardente ele cantou o amor
|Ele amou... ele amou demais, amou de verdade
|Mas o seu maior amor foi a liberdade! (bis)

Castro Alves
O poeta das causas heróicas,
Que soem os tambores
Castro Alves
O poeta abolicionista
Festejando a liberdade!
Castro Alves
O cantor da liberdade
Escravos não mais cativos
Castro Alves
Ele clamou por justiça!
Livres, livres de verdade!
“Ó bendito o que semeia!
Livros... livros à mão cheia...
Ó bendito o que semeia!
Livros... livros à mão cheia!
Ó bendito o que semeia! (bis 4 x)

"Que soem os tambores
Festejando a liberdade!
Escravos não mais cativos
Livres, livres de verdade!
Ó bendito o que semeia!
Livros... livros à mão cheia...
E manda o povo pensar:
Um livro caindo n'alma
É germe que faz a palma
É chuva que faz o mar!"

Autora: Mírian Warttusch


Homenagem ao dia Mundial da Poesia.

Quando surgiste, até hoje, não sabemos.
Acredito. Deus te criou em pleno paraíso.
Já estavas presente no Antigo Testamento.
Nos Provérbios e nos Salmos tão benditos.

Cantaste as tragédias e vitórias com Homero,
Estavas na Ásia, na Grécia e no Egito Antigo.
Foste para a Europa levada pelos menestréis,
Cantando os feitos heróicos, para um povo vencido

Falavas de amor e sexo nos antigos bordéis.
Da paixão de Verona, cantaste o amor proibido.
Os feitos do Dom Quixote, herói de Cervantes.
De quem, até hoje, o mundo ainda se vê seduzido.

Galgou o tempo passado sempre indo avante.
Sem te importar com distâncias, tu estavas lá.
Contando histórias, rimando em qualquer lugar.
Sempre há algum poeta pronto pra te recitar.

Foste imortalizada em forma de oração,
Hinos religiosos cantados com muita fé
Hinos Nacionais, homenageando os países.
Aqui no Brasil, em forma de samba no pé.

És tu POESIA, que hoje estou enaltecendo.
Como um poeta que gosta de cantar o amor.
Tenho a certeza de vê-la sempre crescendo.
Levando alegria e esperança para você, leitor.

Autor: Cypriano Maribondo


POESIA, A VOZ DO CORAÇÃO

Catorze de março é o dia da poesia.
Com meu coração de poeta vou falar.
Externar todas as minhas emoções.
E com meus versos lhe homenagear.
Agradecendo a DEUS por este dom.
De saber, com as palavras, brincar.
Escrever minhas tristezas e alegrias.
Para você leitor, neste dia declamar.

Há alguns anos, nesta mesma data.
Disse que foi em pleno paraíso.
Logo depois da criação do homem.
Que surgiu a POESIA, eu acredito.
Depois afirmei, todos somos poetas.
Basta ter coragem para escrever.
As nossas emoções que vem do peito.
Porque a poesia já nasce com você.

Na verdade, eu continuo acreditando.
Que a poesia é a voz dos nossos corações.
Através dela, os poetas falam dos amores.
Das suas saudades e das suas emoções.
Agradeço ao bom DEUS todos os dias.
Por ter dado a mim, o dom da inspiração.
Permitindo que o meu coração tenha voz.
Levando a você leitor, a minha emoção.

Agora peço a você leitor, neste momento.
Para num papel suas emoções escrever.
Ao final, tenho certeza, que uma poesia.
Com a voz do seu coração, vai escrever.
Não tenha medo, pois você é um poeta.
Sua emoção em poesia se transformou.
Festeje este dia Nacional da poesia.
Lendo a sua poesia e cantando o amor.

Autor: Cypriano Maribondo


SEU ORGULHO

Seu orgulho é como uma mentira que
conta sem dó nem piedade
cala a minha boca e no final
não quer ouvir.
Seu orgulho é como
uma doença sem cura,
uma epidemia
que vai se multiplicando;

Seu orgulho é como
o final da vida que só na
morte pede perdão de seus
erros.

Autora: Adriana Silva Gonçalves


C I Ú M E S

No espaço sideral,
O amor desabrochou
De maneira formal
A Lua se apaixonou

Quieta em seu canto
Curtia sua paixão
Fascinada em encantos,
Ampliava a aspiração

Aspiração desconhecida
Fluía em seu interior
Aquilo dava-lhe a vida,
Junto, adveio o amor

Para ganhar o amado
A Lua não se acanhou,
Encheu-se de agrados
E ao Sol se mostrou

O amor ao Astro-Rei
Foi logo correspondido
Mas, o ciúmes da Lua
Deu tudo por perdido

No céu lindas estrelas
Criavam seus bailados,
Em seqüências arteiras
Deixavam o Sol admirado!

Das rivais, a Lua enciumou
Seu amor passou a ódio
E este, a sufocou

A Lua sem a percepção
Não notou que as estrelas
Acolhiam do Astro-Rei,
O amor de um irmão!!!

Autor: Manuel de Almeida (Manal)


MINHA HOMENAGEM

Meu mundo é tão pequeno,
mas meu paraíso é de uma imensidão feliz.
Os gênios da poesia, que guardamos
nas páginas amareladas, eternizaram a nossa cultura na eterna arte de bem-rimar.
Olavo Bilac, Vinicius de Morais, Camões e outros... ilustram o nosso grandioso Jardim Poético.
Uma flor, por pouco que viva, jamais deixará de exalar o seu perfume e de mostrar a sua beleza, o seu toque mágico e a glória eterna da sua perfeição.

Autor: Paulo Kwamme

Webdesigner: Lika Dutra
Correção: Anna Eliza Fürich

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