VOVÔ AMA A VOVÓ

SER BOM DE CAMA/SER BOA DE CAMA

" O amor é selvagem, não tente aprisioná-lo dentro de regras e convenções.
A única possibilidade de mantê-lo vivo é cultivá-lo com liberdade e sinceridade."
Sergio Savian

Página criada em 13/07/2002

Não existe receita pra uma pessoa ser boa de cama.
Aquela que é boa de papo é a que gosta de ouvir. Mostra interesse no que o outro tem pra falar. Não precisa ser intelectual, nem entender de todos os assuntos.
E quem é boa de boca? É quem aprecia a boa comida, desde o feijão com arroz. Assim também é a pessoa boa de cama. Não adianta saber várias técnicas e posições, conhecer todas as teorias se não gostar de praticar o ato.

O melhor par na cama é aquele que gosta de fazer o mais simples carinho, que, calmamente, deixa fluir a sexualidade, trocando carícias, gozando, desde o primeiro toque, demonstrando prazer, sem pressa, aproveitando cada momento, sem egoísmo.

SINCERIDADE E TESÃO
As poses, as caras e bocas de tesão, os gritinhos, que muitas mulheres julgam ser as melhores e infalíveis armas de sedução geralmente são destrutivos por deixarem transparecer uma sensualidade falsa. Muitas não conseguem sequer ser boas atrizes. Ser autêntica é um afrodisíaco natural. É um tesão curtir na cama uma mulher espontânea.

TAMANHO NÃO É DOCUMENTO
Um pênis grande, um corpo sarado, malhado podem impressionar no primeiro momento. Mas, o que importa, o que vai valer na hora H, será o jeito gostoso de fazer amor, de curtir a mulher por inteiro. Transar com um homem carinhoso é o que a mulher deseja.

CARGAS NEGATIVAS
O homem traz, desde que se entende por homem, o fantasma da impotência e do fracasso. Um grande número pratica o ato sexual como se estivesse prestando um exame de vestibular, com medo de ser reprovado. E gasta tanto cuidado com seu desempenho que se esquece do principal: o jogo amoroso, alegre e descontraído que faz a festa dos amantes.

A mulher que foi vítima de repressão e da cultura de que o sexo é indecente pode sofrer com a falta de orgasmo e de desejo sexual, problemas erroneamente rotulados de frigidez. Ao invés de ir pra cama cheia de tesão, vai carregada de tensão na busca de sentir ou de fingir prazer. E nessa tarefa angustiante, ela não consegue relaxar e soltar seu corpo para a dança do amor.
Como pode uma pessoa gostar de fazer sexo, impregnada de culpa, de vergonha e com medo de parecer fria?

Quando os parceiros vão para o ato, como se fossem sofrer um julgamento, acabam exaustos, ainda que, depois de muito esforço mental e físico, consigam alcançar algum prazer
A sensação que fica é a de dever cumprido, ufa! Que luta! Quanto trabalho... E é inevitável a dúvida: como será na próxima vez? A próxima vez corre o risco de ir sendo adiada.
Sempre se encontra a desculpa da dor de cabeça, do dia cheio de problemas, etc., pra fugir do embate dito amoroso.

Assim vivem muitos casais que ficam meses, e até anos, privados do prazer. Evitam a situação estressante do simples ato sexual, que poderia proporcionar momentos de êxtase e de relaxamento.

Não são bons de Cama, porque não são amantes do sexo! São batalhadores do orgasmo! E, em geral, vivem frustrados, porque não conseguem liberar seus instintos naturais de prazer sexual.

A mulher que se entrega, sem constrangimento, nesse jogo divertido, não sente pudor do corpo. É dominada pela sensação agradável, que atende a um impulso vital de dar e receber amor.

O homem que gosta de fazer sexo é aquele que sente prazer em fazer carícias preliminares, que tanto excitam a mulher. E a excitação dela provoca mais tesão nele. Deixa-se levar neste círculo envolvente, onde as trocas amorosas surgem naturalmente.
Enfim, é bom de cama quem gosta de fazer amor!


Vamos acabar com o preconceito em relação aos Sex-Shops
(Isto não é um comercial).

Nestas lojas são vendidos excelentes recursos para proporcionarem sexo seguro, além de mecanismos para evitar a ejaculação precoce, para estimular a excitação, tanto da mulher como do homem, e ainda produtos que podem ser utilizados por aqueles que vivem sozinhos e precisam resolver suas necessidades sexuais.

Maria de Lourdes Micaldas
lou@velhosamigos.com.br
Revisão: Anna Eliza Führich


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